Recomeçar é começar de novo, não necessariamente começar o novo.

 

Recomeçar é começar de novo, não necessariamente começar o novo.

É possível recomeçar de onde parou… fazer diferente.

 

Talvez uma reavaliação no projeto, uma nova chave, uma peça que não encaixava, um polimento a fim de aparar as arestas seja suficiente para resolver problemas que não permitiam concluir ou dar continuidade a um projeto.

 

Começar de novo é valorizar tudo o que se já viveu, construiu, evoluiu,  é juntar as peças, reconhecer o erro e  fazer melhor.

Começar o novo é desfazer-se de tudo o que sonhou, é apagar os passos no caminho trilhado, é jogar no lixo as maquetes e arriscar no desconhecido sem perspectivas de como será, assumindo o risco de que dará certo ou não.

 

Não tem como saber qual a melhor opção, mas pesar os prós e os contras é essencial.

 

 É  preciso analisar todo o material e o tempo gasto, olhar cada traçado para perceber onde houve o desvio na união de dois pontos; se as vezes o lápis conduzido com muita pressão não se desviou nas pequenas imperfeições encontrada em todo e qualquer material e acabou por tomar uma proporção maior do que se esperava.

Um projeto depende do planejador e do executor para um bom resultado, por isso é preciso de ajuda mútua para sua conclusão.

 

 

 

Recomeçar é saber da potencialidade de cada um e o quanto ele pode colaborar.

Começar o novo, é acreditar que o outro seja capaz… mas pode ser que entre as habilidades, o mais importante não seja encontrado, e o mais importante no desenvolvimento de um projeto é ter o mesmo objetivo, valorizar e lutar para realizá-lo.  É errar os traçados,  tentar novamente, é suar a camisa mas jamais desistir até  que haja uma única chance de dar certo.

 

Cuidado com o que falas.

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 “…o mexeriqueiro revela o segredo; portanto, não te metas com quem muito abre os lábios” (Provérbios 20.19).

Não importa qual  religião você siga, mas a Bíblia traz em suas páginas ensinamentos de como viver de forma tranqüila evitando muitos problemas.

O Provérbio do mexeriqueiro é um deles, e nos alerta de que devemos prestar muita atenção a quem confiamos nossos problemas e o que falamos, seja nas reuniões entre amigos, no trabalho ou na família.

Primeiro porque a palavra jamais consegue alcançar a intensidade do sentimento ou exprimir de forma fiel a realidade dos fatos. Porque não depende de como ou o que você fala, mas de como o ouvinte interpreta suas palavras.

E porque após dita, a palavra não retorna e pode provocar prejuízos incalculáveis.

Um comentário, que parece insignificante ao ser dito, pode destruir a vida de uma pessoa, e nesse sentido, se encaixa o Mandamento: Não matar. Pois matar não é só tirar diretamente a vida física, destruir sonhos, carreira ou sujar a moral de uma pessoa é também uma forma de matar, talvez até mais complicada do que tirar a vida física, pois a pessoa terá que sobreviver com o peso da calúnia.

Resultado de imagem para imagem de homens bebendoMuitas pessoas acham engraçado falar da vida do outro, ou adoram comentar seus problemas de relacionamento na roda de amigos, sem medir as conseqüências que isso venha a causar. Ás vezes, não por maldade do amigo, mas até com boas intenções em ajudar, acaba comentando com outro amigo e assim, vai se espalhando a conversa e multiplicando as interpretações causando danos ao casal, a família e até a própria pessoa.

Hoje ainda tem o  agravante da globalização, pessoas se acham no direito de comentar do outro ou se expor, e em segundos detona milhares de comentários que  poderá trazer alguma ajuda sim, mas também:  mágoas, frustrações e arrependimentos.

“Nossas palavras têm o poder para destruir e edificar vidas.”

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Que com essa consciência possamos desfrutar da alegria de conviver em família, de compartilhar com amigos de momentos de alegria e principalmente, de edificar nosso espírito através de boas palavras, de conversas saudáveis e otimistas, que sempre façam nossa despedida  ser promessa de um novo e prazeroso encontro.

Cuidados com o bebê: O celular pode prejudicar o bebê?

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Um bebê para se desenvolver adequadamente, precisa de :

– Alimentação saudável

– Higiene

– Amor

– Estímulos

A alimentação saudável é um quesito fundamental no desenvolvimento do bebê. O aleitamento materno  é o recomendável,  principalmente nos 06 primeiros meses de vida, tanto para aumentar a imunidade  como para fortalecer os vínculos mãe e filho. A  visita mensal ao pediatra é importante para acompanhar o desenvolvimento da criança e para orientações sobre a introdução de alimentos na dieta.

A higiene tanto  do bebê como da casa,  é  necessária para evitar assaduras, alergias  e proliferação de vermes e infecções. Não usar produtos químicos com cheiro muito forte ajuda a evitar problemas respiratórios e as roupas devem ser lavadas com sabão neutro para evitar problemas de pele.

O amor é o combustível do bebê. Experiências realizadas com macacos mostraram que o filhote que recebia muito amor e alimentação controlada, desenvolveu mais e melhor  do que aquele que tinha à sua disposição a mamadeira, mas que não recebia muita atenção. Assim, o contato com a criança deve ser muito prazeroso. Massagens, abraços, carinhos…  vão ajudar o bebê  a se sentir seguro, criar vínculos e trabalhar o emocional.

“Não deixe o bebê chorando, não é manha, saiba entendê-lo e acalmá-lo, isso o ajudará a ser um adulto  equilibrado”.

Resultado de imagem para fotos de bebê brincando com a famíliaEstimular o bebê é de suma importância. Com a proliferação de celulares e smartphones, tem aparecido inúmeros casos de bebês apresentando retardo no desenvolvimento por falta de estímulos dos pais, que passam o tempo que poderiam estar brincando com seus filhos, usando o aparelho celular.

É comum nos dias de hoje, encontrar famílias que deixam o bebê deitado, seja na cama ou no chão, e um de cada lado em seu mundo particular, esquecendo que o contato humano está sendo deixado de lado, e assim pai e mãe vão se distanciando e a criança que tem a necessidade de atenção, perde o tempo em que tem maior  capacidade  de aprendizado, que vai  até o 3º ano de vida.

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E m alguns casos,  a falta de estímulo é tanta, que  a criança não consegue andar, senta com dificuldade e não desenvolve a coordenação motora, assemelhando-se a  quadros  de  doenças neurológicas; necessitando de apoio médico e fisioterápico para restabelecer seu desenvolvimento, e incorrendo no risco de apresentar sequelas.

O celular pode prejudicar o bebê?

A radiação dos celulares usados durante a gravidez pode prejudicar o desenvolvimento do cérebro dos bebês, elevando o risco de eles apresentarem, durante a vida, problemas como hiperatividade, ansiedade e outros sintomas que estão associados ao transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Essa é a conclusão de um estudo feito por pesquisadores da Faculdade de Medicina de Yale, nos Estados Unidos, e publicado nesta quinta-feira no periódico Nature Scientific Reports (segundo publicação da Revista Veja), como pelo excesso de uso dos pais que deixam de dar atenção aos filhos para estarem conectados ao mundo virtual.

 A criança pode usar aparelhos eletrônicos, isso a ajudará  dominar esses equipamentos que fazem parte do dia a dia de todos, mas seu uso deve ser racionado e orientado, quando bebê e por toda a adolescência, para um crescimento saudável tanto físico quanto emocional.

Ter filhos é compromisso para uma vida inteira. É educar, é ensinar e  amar, só assim será possível construir um mundo melhor.

Como superar uma Separação.

Não existe magia, as coisas na vida acontecem seguindo lógicas e propósitos.

O autor do livro: “A vida que vale a pena ser vivida” de Clóvis de Barros Filho,  uma obra muito interessante, que tem muito a oferecer a nível de crescimento pessoal, diz que esses livros do tipo “05 maneiras de ser feliz”, ou seja, livros que oferecem uma fórmula mágica para resolver problemas, são pura enganação, porque não existem fórmulas, mas sim, meios ou ferramentas que te levam a uma solução possível dentro de um contexto.

Assim sobreviver a um coração partido até que possa voltar a se apaixonar novamente, é como uma travessia no deserto. Será preciso muita resistência, força de vontade, determinação e fé.

O primeiro passo é reviver ao máximo as lembranças boas e ruins, analisando os fatos, extraindo deles os pontos positivos e negativos que farão ver de maneira mais clara qual sentimento foi atribuído a ele naquele momento, e de preferência descreva com detalhes.

Procure ler os cartões recebidos da pessoa amada, os e-mails enviados que ficam armazenados na conta, as mensagens trocadas, isso vai fazer recordar o que realmente aconteceu. Porque temos a tendência a “colorir” fatos passados (fazer com que os acontecimentos sejam relembrados conforme nos seja favorável).

Após colher as informações, é hora de fazer uma análise para verificar o que deu errado. Onde houve negligência, intolerância e submissão.

 

Porque esses são três elementos que destroem relacionamentos como se cupim fosse. Vão agindo à surdina e quando se percebe só ficou a “casca” do relacionamento, toda a essência foi consumida.

Essa análise vai trazer a tona muita verdades que foram sufocadas e vão servir como experiência para que os mesmos erros não sejam cometidos no futuro.

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O próximo passo é: Aprender a viver com você mesmo.

Aprender a desfrutar da sua própria companhia é um momento muito prazeroso. Dedicar-se a boas leituras, ouvir música, assistir séries, fazer uma atividade física… enfim, existem inúmeras coisas que podem ser feitas,  para que possa se olhar no espelho e dizer: Eu gosto de estar comigo!  Isso vai evitar a antecipação da volta e também a carência que levará a se enroscar logo em seguida em outro relacionamento aumentando os problemas.

Chorar o que se tem para chorar sem vergonha de ficar com os olhos vermelhos e inchados. O choro irá aparecer em todas as fases do “tratamento”, e ele é um remédio poderoso, faz limpar a alma e o coração e te faz renascer para uma nova vida.

O Salmo 30:5 deixa esse conforto a todos aqueles que sofrem: “… O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã”.



 

Quando o desejo ultrapassa a razão.

Quando o desejo ultrapassa a razão, aprisiona o homem em suas garras e o leva rumo ao desconhecido.

Desejo é uma vontade, uma  expectativa de possuir ou alcançar algo. Ele acontece de maneiras e intensidades diferentes, é  uma sensação inerente ao homem desde a primeira infância e o acompanha por toda a vida.

O desejo é um sentimento tão complexo, que até  mesmo os filósofos ao longo da história não conseguiram entrar em acordo, tendo assim vários pontos de vista. Epicuro de Samos , foi um filósofo grego que viveu em Atenas, no período 271 ou 270 a.C., ele  concluiu e seus seguidores defendem,  que a felicidade e mesmo a riqueza está em desejar ou querer apenas aquilo que já se tem,   Zenão de Cício (335-264 a.C.), filósofo que fundou o estoicismo, doutrina que que se caracteriza por uma ética em que a imperturbabilidade, a extirpação das paixões e a aceitação resignada do destino são as marcas fundamentais do homem sábio, defende a teoria que a felicidade está não em desejar que ocorra o que queremos, mas, ao contrário, em desejar o acontecimento.

A teoria de  que a felicidade está em desejar o que não se possui, justificaria o porque,  de após se desejar muito algo ou alguém, de fazer tudo o que estivesse ao alcance, de violar regras, de se empenhar com todas as forças diante da realização de  “um querer”, após alcançá-lo se perder o interesse, e se questionar até o porque lutou tanto para consegui-lo.

Desejar o desejo desperta  sentimentos  muito fortes  que irão impulsionar o indivíduo para sua realização.

Quando é lançado um modelo novo de um veículo, mesmo aquele que já possui  a última versão, se vê desejoso de adquirir a nova, por ser despertado pelos  sentimentos de conquista e  poder. Alimenta seu ego pela admiração que vai causar aos outros em estar pilotando o carro mais top da categoria e pelo desafio de conseguir os meios para satisfazer seu desejo. Em seu subconsciente  a frase é: eu desejo eu realizo. Porém não se sente satisfeito por muito tempo, porque o mundo gira rápido, e novos lançamentos aparecerão e a busca em estar sempre atualizado, escraviza o homem , que pode por traz dessa atitude, estar tentando suprir algo que realmente lhe falte.

Quando o desejo é ligado à  conquista de “um alguém”, sentimentos muito mais complexos são despertados.

Primeiro vem a atração: o conjunto de características e qualidades que despertam a  simpatia  pelo outro, qualidades estas que de princípio satifaz aos olhos. A fascinação pelo belo é um instinto primário.

Depois vem o interesse, a vontade de conhecer mais sobre aquele alguém, que pelo belo lhe chamou a atenção.

Conhecendo a pessoa bela e que preenche os requisitos que inconscientemente  todos carregam, surge o desejo. O desejo de querer  esse alguém para si. E para isso, dispara o sentimento de sedução que nada mais é que a capacidade ou processo de persuadir  “o alguém” a satisfazer as suas necessidades, sejam elas afetivas ou sexual.

A arte da sedução mexe com todos os instintos, talvez por isso pode ser entendido o porque do desejo ser tão mais importante que sua realização.

Para atingir o objeto do desejo, será necessário cuidar da  imagem pessoal, é quando se procura colocar a melhor roupa, usar o melhor perfume, cuidar dos cabelos…para ser notado.

 

 

Tem que mostrar-se interessante, falar bem, mostrar-se informado e procurar usar a mesma linguagem de  quem  se quer seduzir.

 

Ainda é preciso arquitetar o plano de como irá conquistar a pessoa, ativando a criatividade, colocando os neurônios para funcionar a pessoa cria uma sensação de prazer pessoal, que a leva a despertar a libido, que traz a tona a magia de fantasiar.

A fantasia satisfaz a todos os desejos do homem. Através dela se é o que se quer ser, se sente o que se quer sentir, se imagina o que gostaria que fosse real.

Mas nada físico consegue atingir a intensidade do prazer que  a fantasia proporciona. E por isso, o homem ao conquistar o objeto de seu desejo perde parte ou totalmente o interesse, porque fica ansioso em sentir toda  ebulição interior que experimentou enquanto se empenhava em conquistá-lo.

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E como fazer para manter essa sensação? Para que o objeto do desejo ora realizado, continue a causar emoções tão importantes e se sentir feliz, é preciso se conscientizar de que nada nem ninguém nos pertence. Que nada é definitivo, e que mais difícil que conseguir é manter o que se tem sob seu  poder ou ao seu  lado.

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Pensando dessa forma, todos os instintos serão aguçados em preservar o que se possui e prolongará o prazer, trazendo a felicidade em valorizar o que se tem, e alimentar o amor pelo “alguém” objeto de seu desejo.

 

Quando a atração por outra pessoa é muito grande, o desejo de possuir pode levar homens e mulheres a cometerem grandes loucuras.

Desejar de mais pode levar ao amor platônico, uma forma doente de amar ou levar a violências, como estupro e morte, por não suportar o sofrimento que a falta do outro lhe causa.

 

O desejo move o homem, faz ele buscar o crescimento profissional e pessoal, mas se não for direcionado de maneira racional, poderá levá-lo a falência  emocional.

 

 

 

 

 

Na fase da paquera observe:

 

 

Se achar que é muita areia para seu caminhãozinho, não viaje.

Quando se começa um relacionamento achando que o outro é mais que você, já está queimando a largada.

Os opostos se atraem… mas são os empáticos que  permanecem juntos.

É preciso estar atento ao se envolver com uma pessoa.

Estórias com princesas  e plebeus ou vice  versa, com final feliz, só existem em contos de fada.

Ninguém vive isolado. Enquanto um casal está em início de namoro, quando só ficam os dois, tudo é  perfeito.

Diferenças culturais, financeiras, sociais, parecem não ser problema. Os defeitos parecem engraçados. O jeito  bruto de falar é estilo, a forma de se vestir é personalidade, a maneira de comer é simplicidade…

Porque um para o outro se bastam, o carinho, os beijos trocados é o tempero do relacionamento.

Mas com o tempo o casal é forçado a se relacionar com as famílias, os amigos, a sociedade, e aí as diferenças vão parecendo ser maiores e de repente parece que o outro é um  “monstro”.

Claro que como em toda regra há exceções. Mas no geral o que se vê são brigas judiciais, violência e  desilusões.

Para um relacionamento dar certo, é necessário que ambos sigam lado a lado em busca de um objetivo em comum. Não é saudável que sejam totalmente iguais, pois não teria evolução, mas serem totalmente diferentes também complica a situação.

Observar a pessoa antes de um envolvimento é uma maneira de evitar problemas futuros.

Quando a diferença de idade é muito grande, o casal terá que se adaptarem aos programas típicos a cada faixa etária, para que nenhum seja violado na sua essência.  Ter paciência para lidar com o preconceito.

Quando se esbarra na questão financeira, a adaptação terá que ser igual, pois o menos “abastecido”  não terá condições de acompanhar o outro aos lugares caros  vestido adequadamente, e o mais rico deverá agir de forma mais simples para não constranger o outro no seu círculo familiar. Também o preconceito vai ser um desafio, porque mesmo no mundo globalizado, a filosofia do “você vale o quanto tem no bolso” ainda é dominante.

Culturalmente, talvez seja a diferença mais fácil de se lidar, porque o aprendizado é aberto a todos, e aí caberá a boa vontade de  se propor a descobrir novos  horizontes,  para se relacionar com o grupo do outro, para que a conversa seja interessante e equilibre o relacionamento.

Após a análise de  prós e contras para assumir um relacionamento, a identificação de que juntos podem trilhar pelos mesmos caminhos, com amadurecimento para enfrentar os obstáculos e companheirismo  suficiente para vencer qualquer barreira… basta manter a generosidade e bondade de um para com outro, para escrever uma verdadeira e linda história de amor.

 

Sexualidade no relacionamento a dois.

Sexualidade no relacionamento a dois.

A bíblia  ensina como o homem deve conduzir a sua vida, diz da importância de se casar virgem, de não cometer adultério.

Se o homem se orientasse por ela com certeza pouparia muito sofrimento e insatisfação.

Recentemente a mídia detonou  o caso da suposta traição do marido  da modelo Gisele  Bündchen.

Um  caso normal de traição que  ocorre em cada canto do mundo e seria apenas mais um se ela  não fosse   uma ícone de beleza, mulher bem sucedida e politicamente correta.

Então o que levaria um homem a trair uma mulher como essa?

Tudo o que a Bíblia diz a respeito de relacionamento, é levando em  consideração a sua complexidade.

Homem e mulher se não conhecem outros parceiros, ou não têm informações de outros tipos de relacionamentos através de filmes, novelas e revistas,  vivenciam sua sexualidade de maneira completa, como sendo o máximo do prazer,  as experiências que compartilham.

Já quando se conhece mais que um parceiro ou se  tem informações de fora a respeito,  as comparações passam a ser inevitáveis, e a satisfação total deixa de existir. Sempre ficará a curiosidade de como seria uma posição diferente, um carinho mais apimentado… a fantasia vai se formando na mente, os instintos ficam aflorados e resistir aos apelos do corpo passa a ser uma batalha constante, entre a razão e a emoção.

A razão é aquela “amiga chata” que sempre te lembra como  deve agir, o que a sociedade espera , o que a religião te ensina. É ela que te leva pelos caminhos estreitos, sempre os mais difíceis e longos, mas que te farão chegar ao destino com menos arranhões e com a aprovação da maioria.

Agora a emoção, ah!! A emoção é  a “amiga linda”, aquela que está sempre com o sorriso nos lábios e olhinhos brilhantes, te convidando para aproveitar a vida em toda sua plenitude. Te chamando para arriscar, para explorar novas paisagens, caminhar entre curvas sinuosas, beber de nascentes cristalinas, de viver o novo, o desconhecido, sem medo, sem travas, apenas sentindo, deixando emergir todos os sentidos… um turbilhão de sentimentos que transcendem a razão te levando ao êxtase.

A vida é feita de escolhas, e ao homem cabe decidir qual “amiga” seguir, sempre certo de que “…tudo nos é permitido, mas nem tudo nos convêm” , que conseqüências são geradas a partir de nossos atos.

Porém ainda se tem a opção de aprimorar um relacionamento a dois, que pode ser enriquecido com emoções e fantasias, desde que num diálogo  franco e aberto  opte-se pela cumplicidade. E ser cúmplice um do outro, é compartilhar de experiências novas, não por obrigação, mas com prazer em proporcionar ao outro a realização de seus desejos.

Se produzir de formas diferentes, umas de maneira romântica e ingênua,  com vestidos florais  ou claros, cabelos levemente presos, mas mantendo carinha de sapeca. Em outras de maneira  discreta  mas sedutora, tipo secretária,  que é uma fantasia que persegue a maioria dos homens. E  de repente  apareça  terrivelmente sexy, vestido preto curto e justo ou longo com fendas mostrando bem as pernas, é tentador para os homens esse visual.

E que os homens também inove. Que compre eles mesmos suas roupas. Que troque o perfume de vez em quando, que faça surpresas: uma flor  sem data certa, uma mensagem no meio do dia, preparando para uma noite especial.  Um presente, um final de semana diferente do habitual. Se colocar como alguém que realmente deseja a mulher, mas que também quer dar a ela o carinho, a segurança e a atenção que ela precisa.

Marcar  encontros em  lugares  que não seja de costume do casal, para que haja a surpresa de se verem , porque o casal que sempre se arrumam juntos para sair,  acabam  perdendo o impacto próprio do namoro, de ver como o outro se vestiu para ocasião, se mudou o cabelo, trocou o perfume… são detalhes pequenos  mas que fazem muita diferença na arte de seduzir e manter acesa a chama do desejo entre duas pessoas.

O segredo para se manter um relacionamento  ao longo de anos,  é o carinho, o respeito  e a importância que se dá um ao outro. Cuidando sempre ao falar e agir, para não gerar mágoas e ressentimentos.

No amor é necessário proporcionar ao outro a sensação de ser alguém realmente  muito especial.

 

A importância de saber ouvir.

 

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A importância de saber ouvir.

Ouvir é o mais importante dos sentidos nas relações interpessoais. Seja na família, na escola, no trabalho, na sociedade, saber ouvir é imprescindível, porque saber ouvir com certeza evita muitos conflitos.

Ouvir é muito mais do que perceber as palavras, é entender. No dia a dia, com tantas atribuições, preocupações, corre-corre, não mais se presta atenção ao que as pessoas têm a dizer, antes que uma frase seja completada a resposta já vem em seguida, de maneira fria, insensível e muitas vezes equivocada.

É de muita sabedoria, ouvir o outro até o final, analisar e depois sim responder. O livro “O Monge e o Executivo” diz que quando interrompemos as pessoas no meio de uma frase, enviamos algumas mensagens negativas:

  • Não prestamos atenção ao que foi dito por estarmos pensando nas respostas.
  • Nos recusamos a ouvir, desvalorizando a opinião do outro.
  • Consideramos a nossa opinião mais importante que a do outro.

Diante dessas considerações, é fácil de entender porque existem tantos desentendimentos, incompatibilidades  e problemas de relacionamentos em geral.

Como se manter um relacionamento saudável, se ao outro não é dado o direito de manifestar sua opinião?

É preciso rever a forma de se comunicar. No âmbito profissional, pode-se perder um grande negócio ou mesmo uma parceria lucrativa, por falha de comunicação, por não dar ao outro a oportunidade de expor suas ideias, e assim ser visto como arrogante e autoritário.

Já no âmbito pessoal, os danos podem ser maiores e em muitos casos, irreparáveis.  Acima de qualquer sucesso profissional, o homem tem a necessidade de estar bem com a família para ser feliz. Um bolso cheio de dinheiro traz divertimento, companhias, aquisições de bens materiais… mas não traz o carinho, o afeto verdadeiro, o aconchego e a paz interior. Assim é preciso aprender a ouvir, analisar a proposta e aí sim, emitir seu parecer a respeito, tendo sempre o cuidado de ser coerente e respeitar o outro como um “ser humano” pois uma palavra mal colocada pode destruir uma pessoa interiormente e criar barreiras intransponíveis, e  quanto mais próxima for a pessoa, mais cuidado tem que se ter no saber ouvir e no saber falar, para que a harmonia prevaleça.

Grande é o homem que reconhece no outro a mesma importância que dá a si próprio.

… O papel do homem no casamento.

O sucesso do livro “50 Tons de Cinza” vem trazer a reflexão do que as mulheres estão procurando em uma relação.

O feminismo trouxe uma liberdade de agir, de vestir de falar e de lidar com a sexualidade. Mas deixou um grande vazio na questão segurança e proteção.

Geneticamente falando a mulher por instinto procura  um homem forte e dominante para procriar porque isso subentende que vai ter filhos saudáveis  e a segurança para a prole.  O “mocinho” do livro “50 Tons de Cinza”  é  um homem rico, bonito, elegante, bem sucedido com problemas sexuais,  se isso pode ser entendido como problema. Porque o livro, não o filme, traz um relacionamento com muita paixão e sexo, mas  também segurança,  carinho, proteção e  apoio em todos os momentos.

É  esse o conjunto que falta nos relacionamentos atuais. Os homens querem mulheres ativas sexualmente falando, mas não da a elas o devido valor, o carinho, a proteção, o apoio e segurança que elas necessitam. Ao contrário, jogam em cima delas a responsabilidade de manter a casa,  educar os filhos,  prover as necessidades básicas da família e ainda querem que a mulher esteja magra, arrumada, cheirosa e  fogosa. Isso é pedir de mais. É como exigir que só um jogador, drible, chute, cabeceie, faça o gol e corra pra galera.

É hora dos homens acordarem  e verem as mulheres como seres especiais, que tem a  força  para superar os obstáculos, de correr a luta... mas que são frágeis sim, quando o assunto é afeto, carinho, segurança.

As mulheres são sempre dispostas a ajudar,  mas precisam ser coadjuvantes na manutenção do lar, não protagonista,  levando sobre elas todas as  responsabilidades.

A bíblia diz que,  manter o sustento da casa é obrigação do homem e a mulher cabe colaborar. Ainda conferiu  ao homem a responsabilidade pelos problemas que ocorrerem na família, e isso  ficou bem claro quando Eva comeu a  maçã, Deus chamou a atenção de Adão, atribuiu a ele o pecado e a punição.

Um lar,  como toda empresa precisa de um líder, e ao homem cabe a liderança da família para criar filhos preparados e esposas felizes.

 

 

 

 

Terceirização da culpa.

 

 

A sociedade moderna buscando reduzir custos, tem investido na  terceirização de serviços.

A terceirização de serviços é a   contratação de uma empresa para executar serviços dentro de outra, como por exemplo o serviço de limpeza, alimentação, transporte,  serviços de digitação, enfim, são inúmeros serviços que podem ser terceirizados para o melhor e mais econômico funcionamento das empresas.

Também, as pessoas seguindo a tendência, estão terceirizando suas frustrações, seus fracassos, suas desilusões, procurando tirar de si a culpa de não atingir seus objetivos.

Um patrão que não segue as novas práticas de gestão, que ainda utiliza os antigos sistemas de se impor como “todo poderoso”, que não busca ouvir seus funcionários, que não se preocupa em melhorar as condições de trabalho  não investindo no Capital humano,  tende a ter seu quadro de funcionários constantemente alterado, o que traz um grande prejuízo pois a mão de obra é o coração de qualquer negócio. Na busca das causas, o patrão passa a culpar o RH porque não soube contratar, o financeiro por não estar pagando adequadamente os funcionários, a  concorrência, os sindicatos… passando  assim,  a terceirizar sua culpa. Aceitar que ele próprio não é um bom administrador é  admitir não ser o bom em tudo e essa é uma frustração grande demais para se conviver.

O adolescente que entra no mercado de trabalho e que não evolui dentro da empresa, tende a culpar os pais porque não lhe proporcionaram condições de fazer uma faculdade, a família,  por não lhe dar o respaldo necessário, a sociedade por ser individualista, o estado por ser burocrático, terceirizando assim sua própria culpa. Pois a ele como administrador de sua vida, caberia a determinação de ir em busca de seus objetivos, somente ele poderia otimizar seus esforços para ser reconhecido dentro da empresa, respeitando a hierarquia organizacional, poderia contribuir de maneira consciente e eficiente para uma maior produtividade, agindo dessa maneira seu crescimento profissional seria impulsionado rapidamente.

Terceirizar a culpa, é o pior tipo de gestão para o crescimento pessoal e espiritual, porque leva a estagnação. Aceitar o próprio erro, avaliar os pontos negativos na sua forma de agir e pensar, estudar novas possibilidades e colocá-las em prática, mantendo sempre o foco, sem desanimar no primeiro obstáculo é uma sábia forma de gerenciar a mais complexa empresa: a PRÓPRIA VIDA .