A vida é feita de escolhas.

 

 

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É através das escolhas que vamos escrevendo nossa história.

Talvez seja esse o tal “livre arbítrio”, a liberdade que temos de escolher se seremos bons ou maus. “Se lutaremos”  para tornar nossa vida melhor ou se sentaremos no muro das lamentações, reclamando de tudo e de todos, culpando o mundo por não estarmos onde gostaríamos.

Decidir se vamos vencer na vida é um projeto  a ser desenvolvido desde muito cedo,  começando por nosso interesse pelos estudos e pela leitura. A escolha da profissão é muito importante,  traçar metas e como fazer para atingi-las é fundamental para sabermos como agir em  todas as oportunidades que nos aparecerem.

Quando vemos uma pessoa de sucesso, o primeiro pensamento é: “Ela teve sorte”, sim a sorte pode ter colaborado, mas com certeza, atrás de toda vitória existem horas e horas de dedicação, de trabalho e muito esforço para cumprir cada etapa, atingir cada meta traçada até a realização de um grande sonho.

Crédito: Shutterstock.com

 

Nada se consegue sem trabalho e dedicação.

 

 

 

Nunca é tarde para revisarmos  nossa história, repensarmos nossas escolhas, refazermos o nosso projeto de vida  e colocá-lo em prática para alcançarmos nossos objetivos e realizar nossos sonhos.

Poderá não ser muito fácil, mas jamais deveremos desistir, pois se fizermos nossa parte Deus nos ajudará a escrever páginas de grandes vitórias.

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Este é o momento de darmos o primeiro passo.

Convivendo com um “Amor Possessivo”

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A definição de possessivo é: que manifesta desejo de possuir ou dominar.

E quando se refere ao adjetivo substantivo masculino: que ou quem não dá liberdade a quem ama para se relacionar com outras pessoas; ciumento.

Ao ler essa definição, provavelmente pode passar na sua mente: “Quem escreveu conhecia meu namorado”. E se pensou isso, está entrando numa sinuca de bico, porque não será fácil o seu relacionamento. Porque o possessivo ao mesmo tempo em que parece um príncipe, sempre solícito, te conduzindo de lá para cá, procurando resolver todos os seus problemas, também te cria problemas, principalmente no que se refere ao seu relacionamento com outras pessoas.

Resultado de imagem    Estará sempre de olho nas suas redes sociais, controlando cada mensagem recebida e provavelmente passará a responder no seu lugar e geralmente de forma nada positiva e educada, te colocando em situações nada agradáveis.

Encontrará várias formas de te afastar dos amigos e às vezes até mesmo da própria família. E ainda talvez sem que perceba, estará deixando de fazer coisas que sempre gostou, estará quase o tempo todo com ele ou esperando por ele.

No contexto, serão momentos de muita paixão e encantamento, seguidas de cenas desagradáveis e uma sensação horrível de que sua vida já não te pertence mais e no contraponto estará sendo cuidada e protegida, trazendo um confortável sentimento de segurança.

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O que fazer?

 

Jogar fora todos os momentos bons, o carinho, a atenção, os cuidados ou se submeter aos caprichos do companheiro?

É uma decisão difícil, que deve ser bem pensada.

Se o amor for maior e os momentos felizes superarem os conflitos, será necessário muito diálogo, franco e aberto, para se chegar à conclusão do porque do ciúme exagerado e do comportamento possessivo.

Resultado de imagem para foto de rejeição Estudos apontam que geralmente os possessivos costumam carregar traumas de rejeição, de traição, possuem baixa auto-estima, podem ser tímidas e ter dificuldade em expressar emoções.

 

O mais indicado para o casal seria fazer uma boa terapia para descobrir a origem e como lidar com essas emoções tão intensas, para que através do respeito mútuo seja construído um relacionamento prazeroso para ambas as partes, porque o ser humano para ser feliz precisa de liberdade para se expressar, de amigos para conversar, de uma família para se apoiar e um grande amor para compartilhar os momentos de dificuldades e de alegrias,  na certeza de que o outro quer e vai sempre fazer o melhor para o relacionamento do casal, porque afinal, o amor verdadeiro tem o poder de transformar.

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Coragem é sonhar e lutar pelo que acredita.

 

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“Coragem (do latim coraticum, do francês cor-age[1]) é a capacidade (muitas vezes tida como virtude) de agir apesar do medo, do temor e da intimidação. Deve-se notar que coragem não significa a ausência do medo, e sim a ação apesar deste”.  https://pt.wikipedia.org/wiki/Coragem

Esta definição de coragem me levou a refletir na importância que esta capacidade tem em nossas vidas.

É muito comum diante de um ato de suicídio as pessoas comentarem: “Ele é corajoso, tirou sua própria vida!” Porém, coragem mesmo é você levantar todos os dias e lutar até o adormecer com todos e contra todos os problemas que nos aparecem diariamente.

Coragem é enfrentar o medo do desconhecido, que se coloca a sua frente, sem saber o que irá acontecer no próximo passo e mesmo assim continuar caminhando.

Coragem é enfrentar um diagnóstico médico e suportar o tratamento apesar de todo sofrimento, mesmo que as chances sejam mínimas.

Coragem é confiar à outra pessoa, seus sentimentos, seus sonhos, sua confiança sem saber se vai ser correspondida.

Coragem é agir com o coração, é se vestir como gosta, é ser autêntica.

Coragem é sonhar e lutar pelo que acredita, ainda que com o medo de não conseguir.

 

“… e não nos deixeis cair em tentação…”

 

É preciso estar sempre vigilante, porque as tentações deste mundo rondam constantemente nossas vidas articulando uma forma de nos desviarmos do caminho, atrapalhando nossos projetos, nossos sonhos e nos levando ao pecado.

Ardilosamente espreita nossos dias esperando um momento de fragilidade, quando nossa defesa abre guarda, seja por problemas pessoais e familiares, no trabalho ou situação financeira, para atacar impiedosamente, dilacerando nossos valores, nossa ética e nossa fé.

Diante de um inimigo tão forte e invisível, é preciso contar com armas muito poderosas como a oração e a vigilância.

Porque  “Orai e vigiai, pois não sabeis nem o dia e nem à hora”, é uma orientação divina, válida tanto para o momento da morte final, como para a morte diária, quando através do pecado matamos nossa comunhão com o Criador.

Você pode até não ter se atentado para detalhes que ocorrem no seu dia a dia, detalhes esses que tem a ação do inimigo te induzindo a pecar, pois pecar é escolher fazer o errado.

Muitas vezes diante de situações difíceis, como por exemplo a situação financeira que determina a  nossa qualidade de vida, onde geralmente o salário acaba mesmo antes de recebê-lo, que o custo de vida sobe diariamente e os juros são abusivos levando a um cenário de incertezas, causando preocupações e medo de não cumprir com as obrigações, de repente nos aparece uma oportunidade de resolver o problema de um lugar totalmente inesperado que a primeira vista,  pode parecer até um milagre, mas na verdade é obra da “tentação”.

“Ela” te indica um caminho fácil de imediato, mas que se cobrirá de espinhos e que mesmo um dia consiga dele sair,  carregará para sempre as marcas dos arranhões, pois é impossível passar por espinhos sem se machucar.

Vigie e orai para que o Espírito Santo nos faça perceber o que é verdade, das segundas intenções e escolher o caminho que embora pareça o mais difícil, será aquele que te levará em segurança para a solução de seus problemas, contribuindo ainda para o seu crescimento pessoal e espiritual.

 

Existe um mundo além de nós dois.

Muitos casais se apaixonam e vivem o tempo todo grudados na  ânsia de se descobrirem, de viverem todas as emoções possíveis,  como se o mundo fosse acabar amanhã.

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Acreditam estar apaixonados e a sensação de que encontrou a metade de sua laranja leva ao  esquecimento de fazer a análise da pessoa com quem está se relacionando para  perceber se existe uma possibilidade de futuro real entre os dois.
Porque ás vezes,  as diferenças entre ambos é muito  acentuadas e eles só vão se dar conta disso ao aparecer  os conflitos, quando obrigados a conviver em sociedade,  se deparam com o choque cultural, racial,  social e ou econômico entre eles mesmos, suas famílias e amigos.

Nos contos de fadas entre príncipes e plebeias ou tipo a “Bela e a Fera”, funcionam muito bem e enchem de esperanças os corações dos mais românticos, mas na realidade, quando existem estas diferenças entre o casal, fica complicado manter aceso o fogo da paixão. Pois corpos se entregam aos instintos sem  diferenciar cor, religião, classe social… embriagados apenas pelo prazer compartilhado. Porém a pessoa em sua essência leva enraizado tudo que ouviu, leu, viu, assistiu,  e aprendeu desde sua infância, constituindo seu caráter, seus valores e crenças que condizem com o meio em que viveu. Por exemplo, ela pode abrir mão de passear num shopping por  um tempo, se foi acostumada em ambientes refinados,  mas um dia sentirá essa necessidade; como também se foi criada na simplicidade, sentirá falta de comer um cachorro quente no carrinho da praça,  se passar a frequentar apenas restaurantes de luxo. Assim se forem muito diferentes, se não tiverem afinidades, o tempo irá tornando difícil o dia a dia do casal que poderá complicar ainda mais se não houver a aprovação das famílias, pois  mero  engano é pensar que vai se casar apenas com o amado, pois na verdade, se leva todo o pacote, tornando difícil a adaptação,  principalmente se forem de nível social muito diferentes, pois existem  hábitos e costumes inerentes a cada classe e,  aceitar o outro dependerá de muito boa vontade.

              Resultado de imagem para foto de familia simples          Como sobreviver as diferenças?

O diálogo franco é o primeiro passo para todo e qualquer relacionamento,  ele determinará o quanto cada um pode contribuir para suprir as necessidades do outro.

Ser verdadeiro é um requisito importante porque fingir ser o que não é, a longo prazo fica insustentável, cairá a máscara e a decepção fará ruir todo o alicerce, e provavelmente levará um rompimento.

Estar aberto para mudanças procurando entender  e vivenciar a maneira  do outro ver as coisas e adaptarem para o seu dia a dia, trará companheirismo e cumplicidade ao casal.

Um participar da família do outro de maneira cordial e cautelosa, não interferindo nos problemas deles, é uma boa forma de conquistar a confiança dos familiares.

Outro ponto importante, é a religião. Participar da igreja, de grupos, encontros e retiros, trará o crescimento espiritual, diminuindo o egoísmo, ensinando a prática da solidariedade, promovendo um maior conhecimento do outro e estreitando  os laços afetivos, trazendo paz, amor e união ao casal e seus familiares.

 

 

 

A tão sonhada “Primeira Vez”

 

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“Eu esperava que ia ser algo maravilhoso, todos me diziam isso…”

Esta parece ser a fala da maioria das mulheres ao descreverem sua primeira relação sexual, e o tom de frustração com o qual se diz,  é mais um motivo para se pensar e repensar nas informações que são, e como são passadas aos adolescentes.

 A mídia: revistas, TVs, cinema… descrevem   a “primeira vez” de uma forma poética, romântica ou “descolada” para atingir os adolescentes, (aumentando a audiência e venda de ingressos), que tomam para si a imagem de “algo maravilhoso” com sinos batendo, borboletas voando… um momento mágico e único que pinta todo o mundo de “cor de rosa”, mas a realidade pode até ser parecida com isso, mas geralmente não é,  pois não estão preparados para viverem esta experiência. O nervoso, o medo, a improvisação do local… muitos fatores contribuem para a frustração de uma relação levada pela paixão, pela pressão do namorado e até mesmo das “amigas”.

Com o passar dos tempos, é sempre mais cedo o início da vida sexual de meninos e meninas. Em 2011, uma pesquisa revelou que a média de iniciação a vida sexual era de 14 anos para os meninos e de 15 anos para as meninas, mas já existe uma grande incidência de meninas entre 11 e 12 anos que já mantêm uma vida sexual ativa.

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Embora, elas se achem modernas e “ antenadas” por estarem “fazendo coisas de adultos”, prejudicam sua saúde e seus corpos, que ainda não estão preparados para viverem essa situação, além do risco de uma gravidez, o uso de anticoncepcionais muitas vezes acompanhados pelas mães que tentam uma forma de minimizar os problemas dessa precocidade, causam transformações no corpo em desenvolvimento, podendo levar a sérias doenças, além do dano psicológico e social que pode se desenvolver com o passar dos tempos.

 

É importante os adolescentes vivenciarem essa fase linda da vida, de uma forma  tranquila, procurando curtir mais os amigos, a família e os namoradinhos sim, mas dentro do limite da idade.

Careless teenagers lying on the green lawn with guitar           Group of Multiethnic Teenagers Taking a Selfie

Aprender que além do sexo e principalmente antes dele, existem coisas igualmente prazerosas para se fazer a dois, que vão levar ao conhecimento de si mesmo e do outro, e que isso contribuirá para que maduros e cientes das responsabilidades possam ter uma “primeira vez” de mais prazer e cumplicidade;  de uma forma mais elaborada,  se descobrindo e encontrando o amor, que faz realmente valer à pena  a entrega total de um ao outro.

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Ainda é preciso pensar, que após a primeira relação, dificilmente conseguirá ficar sem o sexo, e quando se é muito jovem, os relacionamentos geralmente são intensos e passageiros, e isso conduzirá a uma troca grande de parceiros, podendo aumentar o risco de doenças sexualmente transmissíveis e uma baixa auto-estima motivada pelas constantes separações.

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Não é preciso ter pressa.

Não é vergonhoso ser VIRGEM.

O sexo realmente bom é aquele feito com amor e por amor e que a modinha não te conduza por caminhos que não venha a atender aos seus verdadeiros anseios.

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Recomeçar é começar de novo, não necessariamente começar o novo.

 

Recomeçar é começar de novo, não necessariamente começar o novo.

É possível recomeçar de onde parou… fazer diferente.

 

Talvez uma reavaliação no projeto, uma nova chave, uma peça que não encaixava, um polimento a fim de aparar as arestas seja suficiente para resolver problemas que não permitiam concluir ou dar continuidade a um projeto.

 

Começar de novo é valorizar tudo o que se já viveu, construiu, evoluiu,  é juntar as peças, reconhecer o erro e  fazer melhor.

Começar o novo é desfazer-se de tudo o que sonhou, é apagar os passos no caminho trilhado, é jogar no lixo as maquetes e arriscar no desconhecido sem perspectivas de como será, assumindo o risco de que dará certo ou não.

 

Não tem como saber qual a melhor opção, mas pesar os prós e os contras é essencial.

 

 É  preciso analisar todo o material e o tempo gasto, olhar cada traçado para perceber onde houve o desvio na união de dois pontos; se as vezes o lápis conduzido com muita pressão não se desviou nas pequenas imperfeições encontrada em todo e qualquer material e acabou por tomar uma proporção maior do que se esperava.

Um projeto depende do planejador e do executor para um bom resultado, por isso é preciso de ajuda mútua para sua conclusão.

 

 

 

Recomeçar é saber da potencialidade de cada um e o quanto ele pode colaborar.

Começar o novo, é acreditar que o outro seja capaz… mas pode ser que entre as habilidades, o mais importante não seja encontrado, e o mais importante no desenvolvimento de um projeto é ter o mesmo objetivo, valorizar e lutar para realizá-lo.  É errar os traçados,  tentar novamente, é suar a camisa mas jamais desistir até  que haja uma única chance de dar certo.

 

A vida, as coisas e as pessoas tem o valor que se atribui a elas.

 

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A vida pode ser apenas um fardo para se carregar, cheio de problemas e desilusões, ou pode ser uma bênção de Deus, oportunidade única de aprendizado, de amar, divertir-se, conhecer pessoas e vencer pequenos e grandes obstáculos ao longo da jornada que levará a todos a um só destino.

O Natal pode ser um momento mágico de renascimento espiritual, de reflexão sobre o que somos, quem somos e como poderemos mudar, já pensando em como fazer melhor no Novo Ano que está prestes a se iniciar, ainda pode ser um momento para estar em família, e mesmo com todos os problemas de relacionamentos que existam, pois toda família tem os seus, poder se abraçar e se alegrar em ter sempre um alguém para se contar nos momentos de grandes adversidades, ou simplesmente alguém para sorrir dos momentos já vividos e para comemorar cada vitória… ou pode ser uma simples data comercial para se ganhar presentes e ostentar uma farta ceia e um look de fazer inveja.

E as pessoas, esses pedacinhos de Deus espalhados por toda a terra, podem ser vistas como grandes tesouros… ou serem avaliadas apenas pelos seus erros e defeitos, porque é bem próprio do ser humano valorizar os pontos negativos, o que não deu certo, o que não encanta aos olhos, ao invés de otimizar os pequenos gestos que realmente demonstram o valor de uma grande pessoa.

É preciso estar sempre atento e avaliar muito bem cada situação antes de se tomar qualquer decisão ou atitude, para não cometer erros e injustiças, pois pessoas são únicas, e agem de maneira própria, amam e se manifestam de forma singular e cada atitude de afeto deve ser reconhecida, pesada e medida, porque a verdadeira prova do quanto se é importante para alguém, é quando ela te coloca como parte de sua vida a ponto de passar despercebido o suporte, o apoio e o carinho que contribuem para te fazer uma pessoa melhor e o quanto ela acredita que você seja capaz de entender e aceitar seu jeito de ser, passando a agir de forma tão natural que é como se realmente fossem apenas um.

 

Pressão e opressão na família, uma forma “tirana” de destruir pessoas.

Um artigo da internet começa assim:

“Qual a diferença entre pressão e opressão? Parece a mesma coisa, mas não é. Chamemos de opressão o desrespeito a uma pessoa, a vontade de diminuí-la, seja por disputa de poder ou simplesmente pela falta de outros modelos de comportamento. Como exemplo de opressão tem o assédio moral e sexual, as puxadas de tapete, as intrigas.

Chamemos de pressão a busca desenfreada por resultados, a falta de tempo, os desafios que a concorrência provoca e todas as agruras da pós-modernidade.

Felizmente, já não se fazem mais líderes como os de antigamente. Oprimir não pega bem, não contribui para a carreira de ninguém, não traz resultados para a empresa.” www.giselakassoy.com.br

Isso me levou a refletir no dano que isso pode causar quando esses fatores se apresentam no dia a dia da primeira e principal empresa: a família.

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Muitas vezes, por experiências trazidas da infância, os pais, padrastos ou “cuidadores”, incorrem no terrível erro de confundir opressão com educação, acreditando ser respeitado enquanto na verdade está sendo temido.

Criança está agora institucionalizada

 

 

 

 

 

Na família a opressão muitas vezes passa despercebida, até mesmo pelo próprio oprimido, que imbuído do afeto, ou sentimento apaziguador, se submete a opressão escondida atrás de seus sinônimos: “capricho, gênio difícil, estresse, cansaço, depressão…” sofrendo calado, com medo de provocar uma avalanche e desestruturar o suposto lar. Mas este efeito negativo experimentado por pessoas que são alvo do exercício cruel do poder e na família, autoridade, mina a auto-estima e o amor próprio, e quando a vítima é uma criança, seus danos são ainda maiores, porque a criança oprimida passa a bloquear seu sistema criativo, perdendo a naturalidade no agir e no falar comprometendo seu desenvolvimento emocional, podendo se tornar totalmente dependente e vulnerável ou frio e egoísta, arrastando para a vida adulta os mesmos vícios que irão passar de geração a geração se não forem reconhecidos e tratados a tempo.

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Assim também a pressão em demasia pode prejudicar. É preciso exigir de cada um até o limite da sua capacidade, para que ela possa obter bons resultados. Exigir mais do seu potencial é levá-lo desnecessariamente a frustração, desmotivando ao invés de torná-la mais produtiva.

 

Sentimentos negativos tornam as pessoas infelizes, pessimistas, tímidas ou com distúrbios de comportamentos e sociabilidade, entre eles a psicopatia. E ainda, as emoções são responsáveis por muitas doenças e a ciência que trata desse assunto nos ajuda a observar através dos quadros clínicos, o que pode estar acontecendo:

 “Quando a boca cala… o corpo fala!! 

  • O resfriado escorre quando o corpo não chora.
  • A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
  • O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
  • O diabetes invade quando a solidão dói.
  • O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
  • A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
  • O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
  • A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
  • As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
  • O peito aperta quando o orgulho escraviza.
  • A pressão sobe quando o medo aprisiona.
  • As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.
  • A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da  imunidade.” http://www.tratamentodadepressao.org/

Observar o próprio corpo e atentar para o que acontece com os familiares, é uma boa forma de se descobrir o estado emocional de cada um.

Demonstrar amor e  preocupação,  através de passeios que favoreçam a abertura para um bom diálogo é o primeiro passo,  e quando detectado o problema é preciso  intervir de forma rápida e  eficiente para saná-lo o mais breve possível, buscando ajuda dos parentes e profissionais habilitados, tanto para o oprimido quanto ao opressor, porque certamente, aquele que usa de meios para oprimir é alguém doente que precisa de tratamento para viver em sociedade, em família e até mesmo, para se reencontrar consigo mesmo e conquistar o seu lugar no mundo.

 

 

Cuidado com o que falas.

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 “…o mexeriqueiro revela o segredo; portanto, não te metas com quem muito abre os lábios” (Provérbios 20.19).

Não importa qual  religião você siga, mas a Bíblia traz em suas páginas ensinamentos de como viver de forma tranqüila evitando muitos problemas.

O Provérbio do mexeriqueiro é um deles, e nos alerta de que devemos prestar muita atenção a quem confiamos nossos problemas e o que falamos, seja nas reuniões entre amigos, no trabalho ou na família.

Primeiro porque a palavra jamais consegue alcançar a intensidade do sentimento ou exprimir de forma fiel a realidade dos fatos. Porque não depende de como ou o que você fala, mas de como o ouvinte interpreta suas palavras.

E porque após dita, a palavra não retorna e pode provocar prejuízos incalculáveis.

Um comentário, que parece insignificante ao ser dito, pode destruir a vida de uma pessoa, e nesse sentido, se encaixa o Mandamento: Não matar. Pois matar não é só tirar diretamente a vida física, destruir sonhos, carreira ou sujar a moral de uma pessoa é também uma forma de matar, talvez até mais complicada do que tirar a vida física, pois a pessoa terá que sobreviver com o peso da calúnia.

Resultado de imagem para imagem de homens bebendoMuitas pessoas acham engraçado falar da vida do outro, ou adoram comentar seus problemas de relacionamento na roda de amigos, sem medir as conseqüências que isso venha a causar. Ás vezes, não por maldade do amigo, mas até com boas intenções em ajudar, acaba comentando com outro amigo e assim, vai se espalhando a conversa e multiplicando as interpretações causando danos ao casal, a família e até a própria pessoa.

Hoje ainda tem o  agravante da globalização, pessoas se acham no direito de comentar do outro ou se expor, e em segundos detona milhares de comentários que  poderá trazer alguma ajuda sim, mas também:  mágoas, frustrações e arrependimentos.

“Nossas palavras têm o poder para destruir e edificar vidas.”

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Que com essa consciência possamos desfrutar da alegria de conviver em família, de compartilhar com amigos de momentos de alegria e principalmente, de edificar nosso espírito através de boas palavras, de conversas saudáveis e otimistas, que sempre façam nossa despedida  ser promessa de um novo e prazeroso encontro.