Um Mandamento para salvar o mundo.

 

 

Resultado de imagem para foto de abraço coletivo“Amar ao próximo como a si mesmo”.

Em pensar que todos os problemas do mundo seriam resolvidos se os homens apenas obedecessem a este Mandamento:

Se o homem amasse o próximo como a si mesmo, não existiria a fome no mundo, porque todos teriam um emprego com dignos salários.

Não haveria órfãos, porque os pais não seriam mortos em guerra e as famílias seriam bem estruturadas.

Não haveria mais violência, porque ninguém teria coragem de agredir  seu irmão, por ter consciência da dor que sentiria.

Não haveria mais corrupção porque os políticos governariam para o povo e não pelos seus próprios interesses.

Se todos praticassem esse Mandamento construiríamos uma sociedade justa, pacífica e abastada.

E pensando, concluo que apenas a fé pode nos manter perseverantes, e que não é preciso nada a mais para salvar o mundo, do que CADA um fazer ao OUTRO,  apenas e tão somente o que faria para si mesmo.

 

Casamento é sonho que se sonha…

 

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Casamento é sonho que se sonha a dois,
Que com o tempo se sonha a  três,                                                                                       a quatro e assim vai se desdobrando.
Casamento tem que ser santo
Fechado nos quatro cantos
Para que nenhum inimigo possa entrar.
Se ela está em prantos,
Ele suas lágrimas deve enxugar
Se ele do trabalho chega nervoso
Cabe a ela o acalmar.
As crianças que a tudo estão atentas
Não mentem e nem inventam
Tomam tudo por exemplo e
Todos sentimentos experimentam.
Se entre os pais  tem amor
Crescem e transformam em flor
Que frutos bom na colheita vão dar,
Mas se entre os pais existe a dor
Da infidelidade ou da incompreensão
Os filhos jamais crescerão
Serão sempre frutos murchos
Que na árvore permanecerão
Com a esperança de ver florescer
O amor que os fez nascer.
Assim preste muita atenção                                                                                                 Na hora do casamento,                                                                                                         Se não for por amor…
Amigo eu lamento,
Melhor permanecer sozinho
Do que causar sofrimento.

“…depois de outonos, a vida sempre nos reserva primaveras.”

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Todo mundo ama um dia todo mundo chora,

Um dia a gente chega, no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
De ser feliz.

Conhecer as manhas e as manhãs
O sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso à chuva para florir.

Ando devagar porque já tive pressa
E levo esse sorriso porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua história,
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
de ser feliz.

Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir.

(Tocando em frente – Almir Sater)

A magia desta letra parece ser algo que encanta pela leveza da poesia, muito mais pelas paisagens descritas de forma simbólica, tais como o andar devagar, diante da pressa que nos consome, contrastando com as paisagens do rosto em forma de sorriso e lágrima, talvez porque, o sofrimento e a dor nos ensinam a ser fortes em meio à fraqueza.

Gosto do sabor das manhãs do amor que pulsa forte, do sorriso largo, da chuva a cair no telhado.

Certamente cada um de nós, tem uma sina, um caminhar, à semelhança da boiada que segue seu rumo, seguimos na estrada da vida, como andantes, viajantes, nômades personagens em busca de uma estrada que nos indique o caminho a seguir.

Somos estrada, caminho, como os dias que nascem, sejam eles ensolarados ou não, imersos em vestes de nuvens fechadas, carregadas de uma escuridão tamanha a destilar sobre a terra o hálito frio da chuva, assim somos, como as estações da vida, feitos de tempo, de idades, de cronometrias visíveis e invisíveis, de estações… Sabemos que o tempo é a argila da vida. Somos modelados e lavrados, instante a instante, pelos instrumentos do tempo.

A vida está cheia de tempos. Não é a quantidade de tempo o mais determinante. Importa entender o que fazemos do tempo e investir aí a matéria dos nossos sonhos.

A vida cumpre o ofício de florescer ao seu tempo. O que hoje está revestido de cores precisou passar pelo silêncio das sombras.

A vida não é por acaso. Ela é fruto do processo que a encaminha sem pressa e sem atropelos a um destino que não finda, porque é ciclo que a faz continuar em insondáveis movimentos de vida e morte.

O florido sobre a terra não é acontecimento sem precedências. Antes da flor, a morte da semente, o suspiro dissonante de quem se desprende do que é para ser revestido de outras grandezas.

Há um tempo para partir, mesmo quando não há um lugar certo para ir. Tudo tem no tempo uma chave indispensável. Também nós somos modelados e lavrados, instante a instante, pelos instrumentos do tempo.

Somos por vezes de um modo tão delicado que nem sentimos como ele, irreversível, desliza dentro e fora de nós. Por vezes, atormentando-nos claramente a sua voracidade, sentindo-nos perdidos na sua obsedante vertigem.

Há em nossos dias uma infinidade de cenas que podemos reconhecer a partir da mística dos outonos e das primaveras.

O que hoje vejo e reconheço belo é apenas uma parte do processo. O que eu não pude ver é o que sustenta a beleza. Também nós cumprimos em nossa carne humana os mesmos destinos.

Destino de morrer em pequenas partes, mediante sacrifícios que nos faz abraçar o silêncio das sombras.

Destino de florescer costurados em cores, alçados por alegrias que nos caem do céu, quando menos esperadas, anunciando que depois de outonos, a vida sempre nos reserva primaveras… Floresçamos. (Fábio de Melo)

Pio Barbosa Neto

Professor, escritor, poeta, roteirista.

Fonte: Jornal da Cidade Online

http://mobile.mensagemespirita.com.br/mensagem-em-video/1517/almir-sater-revela-que-a-musica-tocando-em-frente-foi-psicografada-veja-o-video
Uma letra perfeita e um texto fantástico que tomei a liberdade de postar porque realmente vale a pena, um conteúdo maravilhoso que só vem a somar.

Convivendo com um “Amor Possessivo”

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A definição de possessivo é: que manifesta desejo de possuir ou dominar.

E quando se refere ao adjetivo substantivo masculino: que ou quem não dá liberdade a quem ama para se relacionar com outras pessoas; ciumento.

Ao ler essa definição, provavelmente pode passar na sua mente: “Quem escreveu conhecia meu namorado”. E se pensou isso, está entrando numa sinuca de bico, porque não será fácil o seu relacionamento. Porque o possessivo ao mesmo tempo em que parece um príncipe, sempre solícito, te conduzindo de lá para cá, procurando resolver todos os seus problemas, também te cria problemas, principalmente no que se refere ao seu relacionamento com outras pessoas.

Resultado de imagem    Estará sempre de olho nas suas redes sociais, controlando cada mensagem recebida e provavelmente passará a responder no seu lugar e geralmente de forma nada positiva e educada, te colocando em situações nada agradáveis.

Encontrará várias formas de te afastar dos amigos e às vezes até mesmo da própria família. E ainda talvez sem que perceba, estará deixando de fazer coisas que sempre gostou, estará quase o tempo todo com ele ou esperando por ele.

No contexto, serão momentos de muita paixão e encantamento, seguidas de cenas desagradáveis e uma sensação horrível de que sua vida já não te pertence mais e no contraponto estará sendo cuidada e protegida, trazendo um confortável sentimento de segurança.

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O que fazer?

 

Jogar fora todos os momentos bons, o carinho, a atenção, os cuidados ou se submeter aos caprichos do companheiro?

É uma decisão difícil, que deve ser bem pensada.

Se o amor for maior e os momentos felizes superarem os conflitos, será necessário muito diálogo, franco e aberto, para se chegar à conclusão do porque do ciúme exagerado e do comportamento possessivo.

Resultado de imagem para foto de rejeição Estudos apontam que geralmente os possessivos costumam carregar traumas de rejeição, de traição, possuem baixa auto-estima, podem ser tímidas e ter dificuldade em expressar emoções.

 

O mais indicado para o casal seria fazer uma boa terapia para descobrir a origem e como lidar com essas emoções tão intensas, para que através do respeito mútuo seja construído um relacionamento prazeroso para ambas as partes, porque o ser humano para ser feliz precisa de liberdade para se expressar, de amigos para conversar, de uma família para se apoiar e um grande amor para compartilhar os momentos de dificuldades e de alegrias,  na certeza de que o outro quer e vai sempre fazer o melhor para o relacionamento do casal, porque afinal, o amor verdadeiro tem o poder de transformar.

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Existe um mundo além de nós dois.

Muitos casais se apaixonam e vivem o tempo todo grudados na  ânsia de se descobrirem, de viverem todas as emoções possíveis,  como se o mundo fosse acabar amanhã.

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Acreditam estar apaixonados e a sensação de que encontrou a metade de sua laranja leva ao  esquecimento de fazer a análise da pessoa com quem está se relacionando para  perceber se existe uma possibilidade de futuro real entre os dois.
Porque ás vezes,  as diferenças entre ambos é muito  acentuadas e eles só vão se dar conta disso ao aparecer  os conflitos, quando obrigados a conviver em sociedade,  se deparam com o choque cultural, racial,  social e ou econômico entre eles mesmos, suas famílias e amigos.

Nos contos de fadas entre príncipes e plebeias ou tipo a “Bela e a Fera”, funcionam muito bem e enchem de esperanças os corações dos mais românticos, mas na realidade, quando existem estas diferenças entre o casal, fica complicado manter aceso o fogo da paixão. Pois corpos se entregam aos instintos sem  diferenciar cor, religião, classe social… embriagados apenas pelo prazer compartilhado. Porém a pessoa em sua essência leva enraizado tudo que ouviu, leu, viu, assistiu,  e aprendeu desde sua infância, constituindo seu caráter, seus valores e crenças que condizem com o meio em que viveu. Por exemplo, ela pode abrir mão de passear num shopping por  um tempo, se foi acostumada em ambientes refinados,  mas um dia sentirá essa necessidade; como também se foi criada na simplicidade, sentirá falta de comer um cachorro quente no carrinho da praça,  se passar a frequentar apenas restaurantes de luxo. Assim se forem muito diferentes, se não tiverem afinidades, o tempo irá tornando difícil o dia a dia do casal que poderá complicar ainda mais se não houver a aprovação das famílias, pois  mero  engano é pensar que vai se casar apenas com o amado, pois na verdade, se leva todo o pacote, tornando difícil a adaptação,  principalmente se forem de nível social muito diferentes, pois existem  hábitos e costumes inerentes a cada classe e,  aceitar o outro dependerá de muito boa vontade.

              Resultado de imagem para foto de familia simples          Como sobreviver as diferenças?

O diálogo franco é o primeiro passo para todo e qualquer relacionamento,  ele determinará o quanto cada um pode contribuir para suprir as necessidades do outro.

Ser verdadeiro é um requisito importante porque fingir ser o que não é, a longo prazo fica insustentável, cairá a máscara e a decepção fará ruir todo o alicerce, e provavelmente levará um rompimento.

Estar aberto para mudanças procurando entender  e vivenciar a maneira  do outro ver as coisas e adaptarem para o seu dia a dia, trará companheirismo e cumplicidade ao casal.

Um participar da família do outro de maneira cordial e cautelosa, não interferindo nos problemas deles, é uma boa forma de conquistar a confiança dos familiares.

Outro ponto importante, é a religião. Participar da igreja, de grupos, encontros e retiros, trará o crescimento espiritual, diminuindo o egoísmo, ensinando a prática da solidariedade, promovendo um maior conhecimento do outro e estreitando  os laços afetivos, trazendo paz, amor e união ao casal e seus familiares.

 

 

 

A tão sonhada “Primeira Vez”

 

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“Eu esperava que ia ser algo maravilhoso, todos me diziam isso…”

Esta parece ser a fala da maioria das mulheres ao descreverem sua primeira relação sexual, e o tom de frustração com o qual se diz,  é mais um motivo para se pensar e repensar nas informações que são, e como são passadas aos adolescentes.

 A mídia: revistas, TVs, cinema… descrevem   a “primeira vez” de uma forma poética, romântica ou “descolada” para atingir os adolescentes, (aumentando a audiência e venda de ingressos), que tomam para si a imagem de “algo maravilhoso” com sinos batendo, borboletas voando… um momento mágico e único que pinta todo o mundo de “cor de rosa”, mas a realidade pode até ser parecida com isso, mas geralmente não é,  pois não estão preparados para viverem esta experiência. O nervoso, o medo, a improvisação do local… muitos fatores contribuem para a frustração de uma relação levada pela paixão, pela pressão do namorado e até mesmo das “amigas”.

Com o passar dos tempos, é sempre mais cedo o início da vida sexual de meninos e meninas. Em 2011, uma pesquisa revelou que a média de iniciação a vida sexual era de 14 anos para os meninos e de 15 anos para as meninas, mas já existe uma grande incidência de meninas entre 11 e 12 anos que já mantêm uma vida sexual ativa.

Adolescente, Menina, Praia, Oceano, Observador, Voyeur

Embora, elas se achem modernas e “ antenadas” por estarem “fazendo coisas de adultos”, prejudicam sua saúde e seus corpos, que ainda não estão preparados para viverem essa situação, além do risco de uma gravidez, o uso de anticoncepcionais muitas vezes acompanhados pelas mães que tentam uma forma de minimizar os problemas dessa precocidade, causam transformações no corpo em desenvolvimento, podendo levar a sérias doenças, além do dano psicológico e social que pode se desenvolver com o passar dos tempos.

 

É importante os adolescentes vivenciarem essa fase linda da vida, de uma forma  tranquila, procurando curtir mais os amigos, a família e os namoradinhos sim, mas dentro do limite da idade.

Careless teenagers lying on the green lawn with guitar           Group of Multiethnic Teenagers Taking a Selfie

Aprender que além do sexo e principalmente antes dele, existem coisas igualmente prazerosas para se fazer a dois, que vão levar ao conhecimento de si mesmo e do outro, e que isso contribuirá para que maduros e cientes das responsabilidades possam ter uma “primeira vez” de mais prazer e cumplicidade;  de uma forma mais elaborada,  se descobrindo e encontrando o amor, que faz realmente valer à pena  a entrega total de um ao outro.

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Ainda é preciso pensar, que após a primeira relação, dificilmente conseguirá ficar sem o sexo, e quando se é muito jovem, os relacionamentos geralmente são intensos e passageiros, e isso conduzirá a uma troca grande de parceiros, podendo aumentar o risco de doenças sexualmente transmissíveis e uma baixa auto-estima motivada pelas constantes separações.

Mulher, Desesperado, Triste, Lágrimas, Chorar

Não é preciso ter pressa.

Não é vergonhoso ser VIRGEM.

O sexo realmente bom é aquele feito com amor e por amor e que a modinha não te conduza por caminhos que não venha a atender aos seus verdadeiros anseios.

Família, Coração, Deus O Abençoe, Pulso

A vida, as coisas e as pessoas tem o valor que se atribui a elas.

 

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A vida pode ser apenas um fardo para se carregar, cheio de problemas e desilusões, ou pode ser uma bênção de Deus, oportunidade única de aprendizado, de amar, divertir-se, conhecer pessoas e vencer pequenos e grandes obstáculos ao longo da jornada que levará a todos a um só destino.

O Natal pode ser um momento mágico de renascimento espiritual, de reflexão sobre o que somos, quem somos e como poderemos mudar, já pensando em como fazer melhor no Novo Ano que está prestes a se iniciar, ainda pode ser um momento para estar em família, e mesmo com todos os problemas de relacionamentos que existam, pois toda família tem os seus, poder se abraçar e se alegrar em ter sempre um alguém para se contar nos momentos de grandes adversidades, ou simplesmente alguém para sorrir dos momentos já vividos e para comemorar cada vitória… ou pode ser uma simples data comercial para se ganhar presentes e ostentar uma farta ceia e um look de fazer inveja.

E as pessoas, esses pedacinhos de Deus espalhados por toda a terra, podem ser vistas como grandes tesouros… ou serem avaliadas apenas pelos seus erros e defeitos, porque é bem próprio do ser humano valorizar os pontos negativos, o que não deu certo, o que não encanta aos olhos, ao invés de otimizar os pequenos gestos que realmente demonstram o valor de uma grande pessoa.

É preciso estar sempre atento e avaliar muito bem cada situação antes de se tomar qualquer decisão ou atitude, para não cometer erros e injustiças, pois pessoas são únicas, e agem de maneira própria, amam e se manifestam de forma singular e cada atitude de afeto deve ser reconhecida, pesada e medida, porque a verdadeira prova do quanto se é importante para alguém, é quando ela te coloca como parte de sua vida a ponto de passar despercebido o suporte, o apoio e o carinho que contribuem para te fazer uma pessoa melhor e o quanto ela acredita que você seja capaz de entender e aceitar seu jeito de ser, passando a agir de forma tão natural que é como se realmente fossem apenas um.

 

Pressão e opressão na família, uma forma “tirana” de destruir pessoas.

Um artigo da internet começa assim:

“Qual a diferença entre pressão e opressão? Parece a mesma coisa, mas não é. Chamemos de opressão o desrespeito a uma pessoa, a vontade de diminuí-la, seja por disputa de poder ou simplesmente pela falta de outros modelos de comportamento. Como exemplo de opressão tem o assédio moral e sexual, as puxadas de tapete, as intrigas.

Chamemos de pressão a busca desenfreada por resultados, a falta de tempo, os desafios que a concorrência provoca e todas as agruras da pós-modernidade.

Felizmente, já não se fazem mais líderes como os de antigamente. Oprimir não pega bem, não contribui para a carreira de ninguém, não traz resultados para a empresa.” www.giselakassoy.com.br

Isso me levou a refletir no dano que isso pode causar quando esses fatores se apresentam no dia a dia da primeira e principal empresa: a família.

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Muitas vezes, por experiências trazidas da infância, os pais, padrastos ou “cuidadores”, incorrem no terrível erro de confundir opressão com educação, acreditando ser respeitado enquanto na verdade está sendo temido.

Criança está agora institucionalizada

 

 

 

 

 

Na família a opressão muitas vezes passa despercebida, até mesmo pelo próprio oprimido, que imbuído do afeto, ou sentimento apaziguador, se submete a opressão escondida atrás de seus sinônimos: “capricho, gênio difícil, estresse, cansaço, depressão…” sofrendo calado, com medo de provocar uma avalanche e desestruturar o suposto lar. Mas este efeito negativo experimentado por pessoas que são alvo do exercício cruel do poder e na família, autoridade, mina a auto-estima e o amor próprio, e quando a vítima é uma criança, seus danos são ainda maiores, porque a criança oprimida passa a bloquear seu sistema criativo, perdendo a naturalidade no agir e no falar comprometendo seu desenvolvimento emocional, podendo se tornar totalmente dependente e vulnerável ou frio e egoísta, arrastando para a vida adulta os mesmos vícios que irão passar de geração a geração se não forem reconhecidos e tratados a tempo.

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Assim também a pressão em demasia pode prejudicar. É preciso exigir de cada um até o limite da sua capacidade, para que ela possa obter bons resultados. Exigir mais do seu potencial é levá-lo desnecessariamente a frustração, desmotivando ao invés de torná-la mais produtiva.

 

Sentimentos negativos tornam as pessoas infelizes, pessimistas, tímidas ou com distúrbios de comportamentos e sociabilidade, entre eles a psicopatia. E ainda, as emoções são responsáveis por muitas doenças e a ciência que trata desse assunto nos ajuda a observar através dos quadros clínicos, o que pode estar acontecendo:

 “Quando a boca cala… o corpo fala!! 

  • O resfriado escorre quando o corpo não chora.
  • A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
  • O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
  • O diabetes invade quando a solidão dói.
  • O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
  • A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
  • O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
  • A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
  • As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
  • O peito aperta quando o orgulho escraviza.
  • A pressão sobe quando o medo aprisiona.
  • As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.
  • A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da  imunidade.” http://www.tratamentodadepressao.org/

Observar o próprio corpo e atentar para o que acontece com os familiares, é uma boa forma de se descobrir o estado emocional de cada um.

Demonstrar amor e  preocupação,  através de passeios que favoreçam a abertura para um bom diálogo é o primeiro passo,  e quando detectado o problema é preciso  intervir de forma rápida e  eficiente para saná-lo o mais breve possível, buscando ajuda dos parentes e profissionais habilitados, tanto para o oprimido quanto ao opressor, porque certamente, aquele que usa de meios para oprimir é alguém doente que precisa de tratamento para viver em sociedade, em família e até mesmo, para se reencontrar consigo mesmo e conquistar o seu lugar no mundo.

 

 

Como superar uma Separação.

Não existe magia, as coisas na vida acontecem seguindo lógicas e propósitos.

O autor do livro: “A vida que vale a pena ser vivida” de Clóvis de Barros Filho,  uma obra muito interessante, que tem muito a oferecer a nível de crescimento pessoal, diz que esses livros do tipo “05 maneiras de ser feliz”, ou seja, livros que oferecem uma fórmula mágica para resolver problemas, são pura enganação, porque não existem fórmulas, mas sim, meios ou ferramentas que te levam a uma solução possível dentro de um contexto.

Assim sobreviver a um coração partido até que possa voltar a se apaixonar novamente, é como uma travessia no deserto. Será preciso muita resistência, força de vontade, determinação e fé.

O primeiro passo é reviver ao máximo as lembranças boas e ruins, analisando os fatos, extraindo deles os pontos positivos e negativos que farão ver de maneira mais clara qual sentimento foi atribuído a ele naquele momento, e de preferência descreva com detalhes.

Procure ler os cartões recebidos da pessoa amada, os e-mails enviados que ficam armazenados na conta, as mensagens trocadas, isso vai fazer recordar o que realmente aconteceu. Porque temos a tendência a “colorir” fatos passados (fazer com que os acontecimentos sejam relembrados conforme nos seja favorável).

Após colher as informações, é hora de fazer uma análise para verificar o que deu errado. Onde houve negligência, intolerância e submissão.

 

Porque esses são três elementos que destroem relacionamentos como se cupim fosse. Vão agindo à surdina e quando se percebe só ficou a “casca” do relacionamento, toda a essência foi consumida.

Essa análise vai trazer a tona muita verdades que foram sufocadas e vão servir como experiência para que os mesmos erros não sejam cometidos no futuro.

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O próximo passo é: Aprender a viver com você mesmo.

Aprender a desfrutar da sua própria companhia é um momento muito prazeroso. Dedicar-se a boas leituras, ouvir música, assistir séries, fazer uma atividade física… enfim, existem inúmeras coisas que podem ser feitas,  para que possa se olhar no espelho e dizer: Eu gosto de estar comigo!  Isso vai evitar a antecipação da volta e também a carência que levará a se enroscar logo em seguida em outro relacionamento aumentando os problemas.

Chorar o que se tem para chorar sem vergonha de ficar com os olhos vermelhos e inchados. O choro irá aparecer em todas as fases do “tratamento”, e ele é um remédio poderoso, faz limpar a alma e o coração e te faz renascer para uma nova vida.

O Salmo 30:5 deixa esse conforto a todos aqueles que sofrem: “… O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã”.



 

Quando o desejo ultrapassa a razão.

Quando o desejo ultrapassa a razão, aprisiona o homem em suas garras e o leva rumo ao desconhecido.

Desejo é uma vontade, uma  expectativa de possuir ou alcançar algo. Ele acontece de maneiras e intensidades diferentes, é  uma sensação inerente ao homem desde a primeira infância e o acompanha por toda a vida.

O desejo é um sentimento tão complexo, que até  mesmo os filósofos ao longo da história não conseguiram entrar em acordo, tendo assim vários pontos de vista. Epicuro de Samos , foi um filósofo grego que viveu em Atenas, no período 271 ou 270 a.C., ele  concluiu e seus seguidores defendem,  que a felicidade e mesmo a riqueza está em desejar ou querer apenas aquilo que já se tem,   Zenão de Cício (335-264 a.C.), filósofo que fundou o estoicismo, doutrina que que se caracteriza por uma ética em que a imperturbabilidade, a extirpação das paixões e a aceitação resignada do destino são as marcas fundamentais do homem sábio, defende a teoria que a felicidade está não em desejar que ocorra o que queremos, mas, ao contrário, em desejar o acontecimento.

A teoria de  que a felicidade está em desejar o que não se possui, justificaria o porque,  de após se desejar muito algo ou alguém, de fazer tudo o que estivesse ao alcance, de violar regras, de se empenhar com todas as forças diante da realização de  “um querer”, após alcançá-lo se perder o interesse, e se questionar até o porque lutou tanto para consegui-lo.

Desejar o desejo desperta  sentimentos  muito fortes  que irão impulsionar o indivíduo para sua realização.

Quando é lançado um modelo novo de um veículo, mesmo aquele que já possui  a última versão, se vê desejoso de adquirir a nova, por ser despertado pelos  sentimentos de conquista e  poder. Alimenta seu ego pela admiração que vai causar aos outros em estar pilotando o carro mais top da categoria e pelo desafio de conseguir os meios para satisfazer seu desejo. Em seu subconsciente  a frase é: eu desejo eu realizo. Porém não se sente satisfeito por muito tempo, porque o mundo gira rápido, e novos lançamentos aparecerão e a busca em estar sempre atualizado, escraviza o homem , que pode por traz dessa atitude, estar tentando suprir algo que realmente lhe falte.

Quando o desejo é ligado à  conquista de “um alguém”, sentimentos muito mais complexos são despertados.

Primeiro vem a atração: o conjunto de características e qualidades que despertam a  simpatia  pelo outro, qualidades estas que de princípio satifaz aos olhos. A fascinação pelo belo é um instinto primário.

Depois vem o interesse, a vontade de conhecer mais sobre aquele alguém, que pelo belo lhe chamou a atenção.

Conhecendo a pessoa bela e que preenche os requisitos que inconscientemente  todos carregam, surge o desejo. O desejo de querer  esse alguém para si. E para isso, dispara o sentimento de sedução que nada mais é que a capacidade ou processo de persuadir  “o alguém” a satisfazer as suas necessidades, sejam elas afetivas ou sexual.

A arte da sedução mexe com todos os instintos, talvez por isso pode ser entendido o porque do desejo ser tão mais importante que sua realização.

Para atingir o objeto do desejo, será necessário cuidar da  imagem pessoal, é quando se procura colocar a melhor roupa, usar o melhor perfume, cuidar dos cabelos…para ser notado.

 

 

Tem que mostrar-se interessante, falar bem, mostrar-se informado e procurar usar a mesma linguagem de  quem  se quer seduzir.

 

Ainda é preciso arquitetar o plano de como irá conquistar a pessoa, ativando a criatividade, colocando os neurônios para funcionar a pessoa cria uma sensação de prazer pessoal, que a leva a despertar a libido, que traz a tona a magia de fantasiar.

A fantasia satisfaz a todos os desejos do homem. Através dela se é o que se quer ser, se sente o que se quer sentir, se imagina o que gostaria que fosse real.

Mas nada físico consegue atingir a intensidade do prazer que  a fantasia proporciona. E por isso, o homem ao conquistar o objeto de seu desejo perde parte ou totalmente o interesse, porque fica ansioso em sentir toda  ebulição interior que experimentou enquanto se empenhava em conquistá-lo.

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E como fazer para manter essa sensação? Para que o objeto do desejo ora realizado, continue a causar emoções tão importantes e se sentir feliz, é preciso se conscientizar de que nada nem ninguém nos pertence. Que nada é definitivo, e que mais difícil que conseguir é manter o que se tem sob seu  poder ou ao seu  lado.

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Pensando dessa forma, todos os instintos serão aguçados em preservar o que se possui e prolongará o prazer, trazendo a felicidade em valorizar o que se tem, e alimentar o amor pelo “alguém” objeto de seu desejo.

 

Quando a atração por outra pessoa é muito grande, o desejo de possuir pode levar homens e mulheres a cometerem grandes loucuras.

Desejar de mais pode levar ao amor platônico, uma forma doente de amar ou levar a violências, como estupro e morte, por não suportar o sofrimento que a falta do outro lhe causa.

 

O desejo move o homem, faz ele buscar o crescimento profissional e pessoal, mas se não for direcionado de maneira racional, poderá levá-lo a falência  emocional.