“Jesus Cristo sempre nos conduzirá a um porto seguro”.

 

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Jesus Cristo está muito acima de todo governo e autoridade, poder e domínio,  e de todo nome que se  possa mencionar, não apenas nesta era, mas também na que há de vir (Ef 1.21).

Conta-se que no século XVI uma caravela portuguesa se perdeu no Oceano Atlântico. O vento forte tornava a situação ainda mais ameaçadora. O capitão, no entanto, erguendo os olhos para as velas infladas, acalmou a tripulação já prestes a entrar em pânico dizendo:

“Nada precisamos temer: esses ventos nos levarão a um porto seguro”.  E, mesmo sentindo o forte vento, os marinheiros adquiriram confiança e tranquilidade.  A imensidão do mar não mais os assustava. Passados uns poucos dias, alegres gaivotas já anunciavam a proximidade de terra firme. Lá estava o porto seguro!

Na vida, muitas pessoas se sentem perdidas como aqueles marinheiros. É possível que você esteja passando neste momento um tempo de extrema provação, com o coração sendo invadido por muita aflição e ansiedade.

Mesmo que os ventos estejam soprando contrários em sua vida ou em sua família, eu gostaria de incentivá-lo a abastecer seu coração da certeza de que  Deus é um Pai grande em misericórdia, generoso em amar a todos e que, além disso, está no controle de todas a coisas – e Ele prometeu não nos abandonar. A Bíblia Sagrada nos ensina que Deus é absolutamente soberano.  E como é Todo-Poderoso, governa o mundo. Ele é o Rei dos reis, o Senhor dos senhores, o altíssimo Deus. A ele pertence todo poder e toda  autoridade para fazer o que lhe agrada acima nos céus e embaixo na terra. O mundo e tudo que nele há é dele. Toda criatura é controlada por sua soberana vontade e seu poder.

Diante disto, quero encorajá-lo a não desanimar, mas a encher o coração de fé, tendo por certo “que aquele que começou boa obra em vocês vai completá-la até o dia de Jesus Cristo” (Fp 1.6). É exatamente esse Jesus que levará você em segurança a um porto seguro. – NND

Graças a Deus que sempre nos conduz vitoriosamente em Cristo. (2Co 2.14).

Texto extraído do Livro Pão Diário.

É preciso desligar o automático.

 

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Muitas  vezes nosso corpo pede socorro de uma forma muito sutil, que nos passa desapercebido, porque a correria do dia a dia, as preocupações com o trabalho, com a  família e tantas outras responsabilidades que o tempo moderno nos confere, nos faz acionar o  automático e vamos conduzindo nossas vidas sem apreciar os detalhes de  um “simples coar o café”, não nos damos conta o quanto é prazeroso o aroma do café e  como é enigmática a fumacinha que dança diante de nossos olhos.

Tomamos banho sem sentir o carinho da água que penetra em nossos cabelos e desce acariciando nosso corpo, não percebemos o cheiro gostoso do sabonete, o sangue que aumenta a circulação enquanto nos esfregamos e deixamos de curtir um momento tão especial, que é o encontro com nosso corpo e alma, num momento de extrema pureza.

Passamos todos os dias nos mesmos caminhos e não percebemos a mudança da paisagem, a beleza de cada raio de sol e o frescor da brisa que tenta nos dizer que é preciso respirar, que é preciso prestar atenção em tudo a nossa volta e principalmente, prestar atenção em nós mesmos, porque só assim poderemos ouvir a voz do nosso corpo gritando por mais carinho e da nossa alma a dizer que é tempo de parar, que é tempo de sair do automático, que é tempo de sentir a vida e não de simplesmente passar por ela.

Casamento é sonho que se sonha…

 

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Casamento é sonho que se sonha a dois,
Que com o tempo se sonha a  três,                                                                                       a quatro e assim vai se desdobrando.
Casamento tem que ser santo
Fechado nos quatro cantos
Para que nenhum inimigo possa entrar.
Se ela está em prantos,
Ele suas lágrimas deve enxugar
Se ele do trabalho chega nervoso
Cabe a ela o acalmar.
As crianças que a tudo estão atentas
Não mentem e nem inventam
Tomam tudo por exemplo e
Todos sentimentos experimentam.
Se entre os pais  tem amor
Crescem e transformam em flor
Que frutos bom na colheita vão dar,
Mas se entre os pais existe a dor
Da infidelidade ou da incompreensão
Os filhos jamais crescerão
Serão sempre frutos murchos
Que na árvore permanecerão
Com a esperança de ver florescer
O amor que os fez nascer.
Assim preste muita atenção                                                                                                 Na hora do casamento,                                                                                                         Se não for por amor…
Amigo eu lamento,
Melhor permanecer sozinho
Do que causar sofrimento.

Existe um mundo além de nós dois.

Muitos casais se apaixonam e vivem o tempo todo grudados na  ânsia de se descobrirem, de viverem todas as emoções possíveis,  como se o mundo fosse acabar amanhã.

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Acreditam estar apaixonados e a sensação de que encontrou a metade de sua laranja leva ao  esquecimento de fazer a análise da pessoa com quem está se relacionando para  perceber se existe uma possibilidade de futuro real entre os dois.
Porque ás vezes,  as diferenças entre ambos é muito  acentuadas e eles só vão se dar conta disso ao aparecer  os conflitos, quando obrigados a conviver em sociedade,  se deparam com o choque cultural, racial,  social e ou econômico entre eles mesmos, suas famílias e amigos.

Nos contos de fadas entre príncipes e plebeias ou tipo a “Bela e a Fera”, funcionam muito bem e enchem de esperanças os corações dos mais românticos, mas na realidade, quando existem estas diferenças entre o casal, fica complicado manter aceso o fogo da paixão. Pois corpos se entregam aos instintos sem  diferenciar cor, religião, classe social… embriagados apenas pelo prazer compartilhado. Porém a pessoa em sua essência leva enraizado tudo que ouviu, leu, viu, assistiu,  e aprendeu desde sua infância, constituindo seu caráter, seus valores e crenças que condizem com o meio em que viveu. Por exemplo, ela pode abrir mão de passear num shopping por  um tempo, se foi acostumada em ambientes refinados,  mas um dia sentirá essa necessidade; como também se foi criada na simplicidade, sentirá falta de comer um cachorro quente no carrinho da praça,  se passar a frequentar apenas restaurantes de luxo. Assim se forem muito diferentes, se não tiverem afinidades, o tempo irá tornando difícil o dia a dia do casal que poderá complicar ainda mais se não houver a aprovação das famílias, pois  mero  engano é pensar que vai se casar apenas com o amado, pois na verdade, se leva todo o pacote, tornando difícil a adaptação,  principalmente se forem de nível social muito diferentes, pois existem  hábitos e costumes inerentes a cada classe e,  aceitar o outro dependerá de muito boa vontade.

              Resultado de imagem para foto de familia simples          Como sobreviver as diferenças?

O diálogo franco é o primeiro passo para todo e qualquer relacionamento,  ele determinará o quanto cada um pode contribuir para suprir as necessidades do outro.

Ser verdadeiro é um requisito importante porque fingir ser o que não é, a longo prazo fica insustentável, cairá a máscara e a decepção fará ruir todo o alicerce, e provavelmente levará um rompimento.

Estar aberto para mudanças procurando entender  e vivenciar a maneira  do outro ver as coisas e adaptarem para o seu dia a dia, trará companheirismo e cumplicidade ao casal.

Um participar da família do outro de maneira cordial e cautelosa, não interferindo nos problemas deles, é uma boa forma de conquistar a confiança dos familiares.

Outro ponto importante, é a religião. Participar da igreja, de grupos, encontros e retiros, trará o crescimento espiritual, diminuindo o egoísmo, ensinando a prática da solidariedade, promovendo um maior conhecimento do outro e estreitando  os laços afetivos, trazendo paz, amor e união ao casal e seus familiares.

 

 

 

A vida, as coisas e as pessoas tem o valor que se atribui a elas.

 

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A vida pode ser apenas um fardo para se carregar, cheio de problemas e desilusões, ou pode ser uma bênção de Deus, oportunidade única de aprendizado, de amar, divertir-se, conhecer pessoas e vencer pequenos e grandes obstáculos ao longo da jornada que levará a todos a um só destino.

O Natal pode ser um momento mágico de renascimento espiritual, de reflexão sobre o que somos, quem somos e como poderemos mudar, já pensando em como fazer melhor no Novo Ano que está prestes a se iniciar, ainda pode ser um momento para estar em família, e mesmo com todos os problemas de relacionamentos que existam, pois toda família tem os seus, poder se abraçar e se alegrar em ter sempre um alguém para se contar nos momentos de grandes adversidades, ou simplesmente alguém para sorrir dos momentos já vividos e para comemorar cada vitória… ou pode ser uma simples data comercial para se ganhar presentes e ostentar uma farta ceia e um look de fazer inveja.

E as pessoas, esses pedacinhos de Deus espalhados por toda a terra, podem ser vistas como grandes tesouros… ou serem avaliadas apenas pelos seus erros e defeitos, porque é bem próprio do ser humano valorizar os pontos negativos, o que não deu certo, o que não encanta aos olhos, ao invés de otimizar os pequenos gestos que realmente demonstram o valor de uma grande pessoa.

É preciso estar sempre atento e avaliar muito bem cada situação antes de se tomar qualquer decisão ou atitude, para não cometer erros e injustiças, pois pessoas são únicas, e agem de maneira própria, amam e se manifestam de forma singular e cada atitude de afeto deve ser reconhecida, pesada e medida, porque a verdadeira prova do quanto se é importante para alguém, é quando ela te coloca como parte de sua vida a ponto de passar despercebido o suporte, o apoio e o carinho que contribuem para te fazer uma pessoa melhor e o quanto ela acredita que você seja capaz de entender e aceitar seu jeito de ser, passando a agir de forma tão natural que é como se realmente fossem apenas um.

 

Pressão e opressão na família, uma forma “tirana” de destruir pessoas.

Um artigo da internet começa assim:

“Qual a diferença entre pressão e opressão? Parece a mesma coisa, mas não é. Chamemos de opressão o desrespeito a uma pessoa, a vontade de diminuí-la, seja por disputa de poder ou simplesmente pela falta de outros modelos de comportamento. Como exemplo de opressão tem o assédio moral e sexual, as puxadas de tapete, as intrigas.

Chamemos de pressão a busca desenfreada por resultados, a falta de tempo, os desafios que a concorrência provoca e todas as agruras da pós-modernidade.

Felizmente, já não se fazem mais líderes como os de antigamente. Oprimir não pega bem, não contribui para a carreira de ninguém, não traz resultados para a empresa.” www.giselakassoy.com.br

Isso me levou a refletir no dano que isso pode causar quando esses fatores se apresentam no dia a dia da primeira e principal empresa: a família.

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Muitas vezes, por experiências trazidas da infância, os pais, padrastos ou “cuidadores”, incorrem no terrível erro de confundir opressão com educação, acreditando ser respeitado enquanto na verdade está sendo temido.

Criança está agora institucionalizada

 

 

 

 

 

Na família a opressão muitas vezes passa despercebida, até mesmo pelo próprio oprimido, que imbuído do afeto, ou sentimento apaziguador, se submete a opressão escondida atrás de seus sinônimos: “capricho, gênio difícil, estresse, cansaço, depressão…” sofrendo calado, com medo de provocar uma avalanche e desestruturar o suposto lar. Mas este efeito negativo experimentado por pessoas que são alvo do exercício cruel do poder e na família, autoridade, mina a auto-estima e o amor próprio, e quando a vítima é uma criança, seus danos são ainda maiores, porque a criança oprimida passa a bloquear seu sistema criativo, perdendo a naturalidade no agir e no falar comprometendo seu desenvolvimento emocional, podendo se tornar totalmente dependente e vulnerável ou frio e egoísta, arrastando para a vida adulta os mesmos vícios que irão passar de geração a geração se não forem reconhecidos e tratados a tempo.

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Assim também a pressão em demasia pode prejudicar. É preciso exigir de cada um até o limite da sua capacidade, para que ela possa obter bons resultados. Exigir mais do seu potencial é levá-lo desnecessariamente a frustração, desmotivando ao invés de torná-la mais produtiva.

 

Sentimentos negativos tornam as pessoas infelizes, pessimistas, tímidas ou com distúrbios de comportamentos e sociabilidade, entre eles a psicopatia. E ainda, as emoções são responsáveis por muitas doenças e a ciência que trata desse assunto nos ajuda a observar através dos quadros clínicos, o que pode estar acontecendo:

 “Quando a boca cala… o corpo fala!! 

  • O resfriado escorre quando o corpo não chora.
  • A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
  • O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
  • O diabetes invade quando a solidão dói.
  • O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
  • A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
  • O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
  • A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
  • As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
  • O peito aperta quando o orgulho escraviza.
  • A pressão sobe quando o medo aprisiona.
  • As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.
  • A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da  imunidade.” http://www.tratamentodadepressao.org/

Observar o próprio corpo e atentar para o que acontece com os familiares, é uma boa forma de se descobrir o estado emocional de cada um.

Demonstrar amor e  preocupação,  através de passeios que favoreçam a abertura para um bom diálogo é o primeiro passo,  e quando detectado o problema é preciso  intervir de forma rápida e  eficiente para saná-lo o mais breve possível, buscando ajuda dos parentes e profissionais habilitados, tanto para o oprimido quanto ao opressor, porque certamente, aquele que usa de meios para oprimir é alguém doente que precisa de tratamento para viver em sociedade, em família e até mesmo, para se reencontrar consigo mesmo e conquistar o seu lugar no mundo.

 

 

Cuidado com o que falas.

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 “…o mexeriqueiro revela o segredo; portanto, não te metas com quem muito abre os lábios” (Provérbios 20.19).

Não importa qual  religião você siga, mas a Bíblia traz em suas páginas ensinamentos de como viver de forma tranqüila evitando muitos problemas.

O Provérbio do mexeriqueiro é um deles, e nos alerta de que devemos prestar muita atenção a quem confiamos nossos problemas e o que falamos, seja nas reuniões entre amigos, no trabalho ou na família.

Primeiro porque a palavra jamais consegue alcançar a intensidade do sentimento ou exprimir de forma fiel a realidade dos fatos. Porque não depende de como ou o que você fala, mas de como o ouvinte interpreta suas palavras.

E porque após dita, a palavra não retorna e pode provocar prejuízos incalculáveis.

Um comentário, que parece insignificante ao ser dito, pode destruir a vida de uma pessoa, e nesse sentido, se encaixa o Mandamento: Não matar. Pois matar não é só tirar diretamente a vida física, destruir sonhos, carreira ou sujar a moral de uma pessoa é também uma forma de matar, talvez até mais complicada do que tirar a vida física, pois a pessoa terá que sobreviver com o peso da calúnia.

Resultado de imagem para imagem de homens bebendoMuitas pessoas acham engraçado falar da vida do outro, ou adoram comentar seus problemas de relacionamento na roda de amigos, sem medir as conseqüências que isso venha a causar. Ás vezes, não por maldade do amigo, mas até com boas intenções em ajudar, acaba comentando com outro amigo e assim, vai se espalhando a conversa e multiplicando as interpretações causando danos ao casal, a família e até a própria pessoa.

Hoje ainda tem o  agravante da globalização, pessoas se acham no direito de comentar do outro ou se expor, e em segundos detona milhares de comentários que  poderá trazer alguma ajuda sim, mas também:  mágoas, frustrações e arrependimentos.

“Nossas palavras têm o poder para destruir e edificar vidas.”

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Que com essa consciência possamos desfrutar da alegria de conviver em família, de compartilhar com amigos de momentos de alegria e principalmente, de edificar nosso espírito através de boas palavras, de conversas saudáveis e otimistas, que sempre façam nossa despedida  ser promessa de um novo e prazeroso encontro.

Cuidados com o bebê: O celular pode prejudicar o bebê?

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Um bebê para se desenvolver adequadamente, precisa de :

– Alimentação saudável

– Higiene

– Amor

– Estímulos

A alimentação saudável é um quesito fundamental no desenvolvimento do bebê. O aleitamento materno  é o recomendável,  principalmente nos 06 primeiros meses de vida, tanto para aumentar a imunidade  como para fortalecer os vínculos mãe e filho. A  visita mensal ao pediatra é importante para acompanhar o desenvolvimento da criança e para orientações sobre a introdução de alimentos na dieta.

A higiene tanto  do bebê como da casa,  é  necessária para evitar assaduras, alergias  e proliferação de vermes e infecções. Não usar produtos químicos com cheiro muito forte ajuda a evitar problemas respiratórios e as roupas devem ser lavadas com sabão neutro para evitar problemas de pele.

O amor é o combustível do bebê. Experiências realizadas com macacos mostraram que o filhote que recebia muito amor e alimentação controlada, desenvolveu mais e melhor  do que aquele que tinha à sua disposição a mamadeira, mas que não recebia muita atenção. Assim, o contato com a criança deve ser muito prazeroso. Massagens, abraços, carinhos…  vão ajudar o bebê  a se sentir seguro, criar vínculos e trabalhar o emocional.

“Não deixe o bebê chorando, não é manha, saiba entendê-lo e acalmá-lo, isso o ajudará a ser um adulto  equilibrado”.

Resultado de imagem para fotos de bebê brincando com a famíliaEstimular o bebê é de suma importância. Com a proliferação de celulares e smartphones, tem aparecido inúmeros casos de bebês apresentando retardo no desenvolvimento por falta de estímulos dos pais, que passam o tempo que poderiam estar brincando com seus filhos, usando o aparelho celular.

É comum nos dias de hoje, encontrar famílias que deixam o bebê deitado, seja na cama ou no chão, e um de cada lado em seu mundo particular, esquecendo que o contato humano está sendo deixado de lado, e assim pai e mãe vão se distanciando e a criança que tem a necessidade de atenção, perde o tempo em que tem maior  capacidade  de aprendizado, que vai  até o 3º ano de vida.

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E m alguns casos,  a falta de estímulo é tanta, que  a criança não consegue andar, senta com dificuldade e não desenvolve a coordenação motora, assemelhando-se a  quadros  de  doenças neurológicas; necessitando de apoio médico e fisioterápico para restabelecer seu desenvolvimento, e incorrendo no risco de apresentar sequelas.

O celular pode prejudicar o bebê?

A radiação dos celulares usados durante a gravidez pode prejudicar o desenvolvimento do cérebro dos bebês, elevando o risco de eles apresentarem, durante a vida, problemas como hiperatividade, ansiedade e outros sintomas que estão associados ao transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Essa é a conclusão de um estudo feito por pesquisadores da Faculdade de Medicina de Yale, nos Estados Unidos, e publicado nesta quinta-feira no periódico Nature Scientific Reports (segundo publicação da Revista Veja), como pelo excesso de uso dos pais que deixam de dar atenção aos filhos para estarem conectados ao mundo virtual.

 A criança pode usar aparelhos eletrônicos, isso a ajudará  dominar esses equipamentos que fazem parte do dia a dia de todos, mas seu uso deve ser racionado e orientado, quando bebê e por toda a adolescência, para um crescimento saudável tanto físico quanto emocional.

Ter filhos é compromisso para uma vida inteira. É educar, é ensinar e  amar, só assim será possível construir um mundo melhor.

Toda pessoa tem seu preço?

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Há momentos em que a vida te coloca a prova de diversas maneiras.

Diante dos fatos é preciso decidir: 

*  Fazer ou não fazer?

* Dizer sim ou dizer não?

* Falar ou não falar?

* Agir ou desistir?

Quando menos se espera, em várias situações  é necessário  tomar uma decisão, e  dessa decisão poderá depender o  seu futuro e o futuro de muitas pessoas, por isso  a cautela é muito bem vinda e pesar todos os prós e os contras é fundamental.

Estudar todas as possibilidades e ouvir o seu “eu interior” é uma medida de segurança, para depois não se arrepender, pois muitas situações são irreversíveis, e podem causar danos irreparáveis.

É preciso estar sempre atento , pois o homem é provado  no seu dia a dia, no trabalho, no grupo de amigos, na família, e muitas vezes uma palavra, apenas uma palavra, pode destruir sua imagem, uma imagem que passou anos construindo.

Nos momentos de dificuldades financeiras, é que mais tentações batem a porta, oferecendo oportunidades para tirar as contas do vermelho.

Quando um pai ou uma mãe, abre  a porta da geladeira, olha  na despensa e vê que não tem o que oferecer para alimentar seus filhos,  que o seu salário já se foi no meio do mês e que ainda tem contas a pagar, o desespero toma conta e aí aparecem as ofertas “milagrosas” para resolver o problema. As  frases:  “Só se eu roubar.” ,  “Só se eu rodar a bolsinha.” surgem inesperadamente no pensamento. Sim, seria a solução a curto prazo para resolver o problema.

Pressionado no trabalho, para se favorecer em negociações agindo de forma ilegal, mas que trariam lucros exorbitantes, capaz de  resolverem todos os seus problemas financeiros, não seria de todo mal.

O que leva uma pessoa a roubar, roubar uma outra na rua, supermercados, residências ou roubar  a empresa que trabalha ou os cofres públicos?

 

Sim, pois a palavra correta é roubar. Diz-se CORRUPÇÃO para pincelar de rosa um quadro negro que assola toda a nação brasileira.

 

 

Em consulta no Google, assim aparece a palavra corrupção:

1. deterioração, decomposição física de algo; putrefação. “c. dos alimentos”

2. modificação, adulteração das características originais de algo.”c. de um texto”

3. depravação de hábitos, costumes etc.; devassidão.

4. ato ou efeito de subornar uma ou mais pessoas em causa própria ou alheia, ger. com oferecimento de dinheiro; suborno.” usou de c. para aprovar seu projeto”

5. uso de meios ilegais para apropriar-se de informações privilegiadas, em benefício próprio. “é grande a c. no país”

Origem ⊙ ETIM lat . corruptĭo,ōnis ‘corrupção, deterioração’

E roubo aparece como:

  1. apropriação indébita de bem alheio.
  1. . jur crime que consiste em subtrair coisa móvel pertencente a outrem por meio de violência ou de grave ameaça.

Logo roubo e corrupção podem ser entendidas como sinônimos,  que demonstram a incapacidade do homem de resistir as provações que lhe são impostas.

E vem a pergunta: Toda pessoa tem seu preço?

A pessoa estipula seu preço muitas vezes sem se dar conta que está se vendendo, porque parece ser tão normal levar vantagem em tudo, ser o esperto é até motivo de admiração. E ela acaba colocando seu preço no combustível que tira do carro da  empresa para colocar no seu carro particular. Está colocando seu preço na comissão que cobra para comprar de uma ou outra loja; no troco errado que recebe e coloca no bolso; no negócio que faz sabendo que vai dar prejuízo ao que comprou. Na corrupção que desvia milhões de reais e prejudica toda a nação,  também se está colocando seu preço.

Em qualquer situação o prejuízo pessoal é o mesmo daquela que vende seu corpo para sobreviver. Embora esta, pense estar  prejudicando  apenas a si própria, está tirando o leite de uma criança, o remédio de uma mãe ou o lazer de uma família. Os demais casos, atinge todas as esferas da sociedade e quando se “rouba” o país, a pessoa está:

–  tirando a oportunidade da criança de ter uma educação de qualidade;

–  contribuindo para que bandidos e traficantes ajam com tranquilidade, porque impede a polícia de ter a estrutura e armamento adequado para combatê-los;

–  prejudicando a economia, porque o “dinheiro” é o mesmo, que circula de mão e mão, e que quando desviado, provoca o efeito dominó, impactando sobre o comércio e indústria, desacelerando a economia e diminuindo a arrecadação que deveria ser posteriormente repassada aos estados e municípios para serem revertidos em benefícios para os milhões de eleitores e seus familiares que confiaram suas vidas nas mãos deste político que inescrupulosamente se apodera das riquezas do país.

E o mais triste, que pode até passar desapercebido,  a pessoa que coloca seu preço,  “roubando” ou “se vendendo” , está assassinando   recém-nascidos por falta de maternidades para que possam ser acompanhados na gestação e  nascerem  em condições ideais.

 

 Está assassinando pessoas por falta de leitos  hospitalares e medicamentos,  está na bala perdida que tira a vida de inocentes e está no sorriso desfeito de uma separação conjugal. 

 

Se diante de uma situação difícil fossem feito três perguntas:

– O problema é tão grande que não exista uma saída digna?

-Resolver o problema de imediato faz  valer a pena  arcar com as consequências futuras?

-Quantas pessoas direta e indiretamente serão prejudicas diante dessa decisão?

As respostas com certeza,  levariam a conclusão do quanto vale uma pessoa, de quantos reais seriam necessários  para violentar todos os seus conceitos  e crenças,  para que defronte do espelho deixasse de  reconhecer a criança que um dia sonhou com um mundo melhor.

O preço de uma pessoa… é o valor que atribui a si própria.

 

 

 

Convivendo com a família de seu familiar.

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Quando numa família há um casamento, é um momento de muita alegria, mas também um momento de perca. Porque a rotina será modificada, e quem era da família, passa a ser um familiar.

“Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma só carne” (Gênesis 2:23-24), formando assim uma nova família.

Homem e mulher, que criados de maneira diferente, com histórias de vida diferentes, passam a viverem juntos no dia a dia e a conviverem cada um com a então família do outro.

Não é uma tarefa simples, é preciso aceitar e adaptar-se as diferenças de valores e  tipo de  educação.

Existem várias tipos de família. As que superprotegem, as que apóiam  e as que apenas suprem as necessidades básicas.

Para servir de definição vamos usar a mãe, pois basicamente todo formato da família depende da maneira de ser e de agir da figura materna.

Segundo o psiquiatra e educador Içami Tiba:  “A mãe superprotetora é aquela que     poupa o  filho de todo tipo de atividade que caberia a ele. Ela faz tudo em seu lugar: recolhe seus brinquedos, faz sua lição de casa… É aquela que não consegue enxergar que a criança cresce e lhe nega independência. É aquela que, provavelmente, vai concorrer com a futura nora, e acabará atrapalhando o casamento do filho”.

Mãe  protetora  é aquela que protege; que  defende, que apóia. Que estará disposta a ajudar no que for preciso assim que  solicitada. Certamente será aquela mãe que na fase adulta vai ser uma grande conselheira do filho.

Mãe Supridora  é aquela que se preocupa apenas em  suprir as necessidades básicas, tais como alimentação, moradia, vestuário, educação e lazer. Que vai deixar sempre o filho se virar sozinho, que na adolescência  o deixará  fazer o que quiser, e que verá  como finda sua responsabilidade assim que atingir a fase adulta.

Analisando esses três tipos de mães, aqui se adaptando a família, percebe-se que  nenhum modelo é perfeito, porque perfeição é divino, mas todas tem suas vantagens e desvantagens, embora a família protetora esteja mais dentro da normalidade, conviver com esses contrapontos é que definirá o bom relacionamento entre todos.

Por exemplo, um homem criado numa família superprotetora casando-se com uma mulher de família protetora, terão mais facilidade em se adaptarem do que se a mulher fosse criada por uma família supridora. Porque a família supridora tem uma visão de que cada um tem que “se virar” com seus próprios problemas. Já  os outros dois tipos de família de maneira mais branda ou mais intensa, estarão sempre acompanhando a vida de seus filhos, procurando ajudar e evitar sofrimentos. Estarão sempre atentas para perceber onde poderá ocorrer um erro ou  um problema, que para o filho poderá ser visto como conselho, mas para o outro será entendido como palpite.

A família tem que ser vista como uma empresa, porque no ambiente de trabalho as relações interpessoais são levadas mais a sério, e baseiam-se em cinco pilares:

“Autoconhecimento – Fundamental para administrar bem os relacionamentos, autoconhecimento implica reconhecer nossos traços de comportamento, o impacto que causamos nos outros e que comportamentos dos outros nos incomodam. Por exemplo: uma pessoa objetiva e dinâmica, que gosta de agir com independência e rapidez para atingir seus objetivos, pode ter conflitos na interação com um colega de perfil mais cauteloso e metódico, que segue regras à risca e tem um ritmo mais lento por se preocupar com detalhes. Porém, se pelo menos um dos dois tiver autoconhecimento, pode utilizar estratégias que minimizam o conflito com o outro.

Empatia – Trata-se de considerar os outros, suas opiniões, sentimentos e motivações. Sem isso, não há como chegar a uma negociação ganha-ganha, fruto de um relacionamento equilibrado. A empatia também nos torna capazes de enxergar além do próprio umbigo e ampliar nossa percepção da realidade com os pontos de vista dos outros. Entre as várias coisas que se pode fazer para praticá-la, a mais básica é saber ouvir.

Assertividade – Para ter relacionamentos saudáveis, não basta ouvir: é preciso também falar, expressar nossas opiniões, vontades, dificuldades. É aí que entra a assertividade, a habilidade para nos expressar de forma franca, direta, clara, serena e respeitosa.

Cordialidade – Tratar as pessoas com cordialidade é ser gentil, solícito e simpático, é demonstrar consideração pelo o outro de várias formas. Pode ser com o “bom dia” com que saudamos o destinatário de nossa mensagem de e-mail, com o ato de segurar a porta do elevador para alguém entrar ou apanhar do chão um objeto que o colega deixou cair. Dizer “obrigado” olhando a pessoa nos olhos, oferecer-se para prestar uma ajuda, cumprimentar aquele com quem cruzamos no corredor, mesmo sem saber seu nome… A cordialidade desinteressada, que oferecemos por iniciativa própria, sem esperar nada em troca, é um facilitador do bom relacionamento no ambiente de trabalho.

Ética – Ser ético é ter atitudes que não prejudiquem os outros, não quebrem acordos e não contrariem o que se considera certo e justo. Podemos ter muito autoconhecimento, ser altamente empáticos, assertivos e cordiais, mas, se não nos conduzirmos pela ética, não conseguiremos manter relacionamentos equilibrados.” http://www.academiadopalestrante.com.br/artigos/5-pilares-do-relacionamento-interpessoal-no-trabalho

Em qualquer  relacionamento cabe a cada um, usar dos princípios acima, e tratar seus familiares como se fosse um colega na empresa, para que observando o outro, possa entender sua maneira de ser e agir, e lidar de forma cordial com as diferenças.

Ainda não se pode esquecer de ser gratos uns aos outros, pela ajuda concedida no momento oportuno, pela convivência que leva ao crescimento espiritual. Pela alegria de poder compartilhar as vitórias do dia a dia e o companheirismo nos momentos mais difíceis.

Maria nunca será igual João, mas respeitando-se mutuamente poderão viver em completa harmonia.